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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Canadá barra jornalistas da Sputnik para reunião do Grupo de Lima sobre Venezuela

O Ministério das Relações Exteriores do Canadá negou o credenciamento de jornalistas da Sputnik e da RIA Novosti para o encontro do Grupo de Lima sobre a Venezuela, em Ottawa.


Sputnik

O porta-voz da chancelaria do Canadá, Richard Walker, explicou ao correspondente da Sputnik que o credenciamento foi negado alegando que a agência de notícias “não tem sido cordial” com a ministra das Relações Exteriores do país, Chrystia Freeland. 


Encontro do Grupo de Lima
© AP Photo / Martin Mejia

"Obrigado pelo interesse no 10° encontro ministerial do Grupo de Lima em Ottawa. Este e-mail é para que vocês saibam que NÃO foram credenciados como mídia", afirmou o MRE do Canadá em carta original, notificando os jornalistas sobre a recusa.

O Grupo de Lima é composto por 14 países-membros e foi criado em agosto de 2017 com o objetivo de promover reformas democráticas na Venezuela.

A maioria dos Estados-membros criticou o governo do presidente venezuelano em exercício, Nicolás Maduro, além de reconhecer o líder da oposição, Juan Guaidó, como o presidente interino do país.

No domingo (3), o canal de televisão venezuelano Telesur afirmou que teve acesso negado para o encontro ministerial do Grupo de Lima pelo governo canadense, que não forneceu qualquer satisfação relacionada à recusa.

A Venezuela está enfrentando diversos protestos contra o governo, tendo Guaidó se declarado presidente interino do país em 23 de janeiro.

O Canadá, assim como os EUA e o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela no mesmo dia da autoproclamação. Enquanto que a Rússia, China e alguns outros países reconhecem Nicolás Maduro como o legítimo presidente bolivariano.

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