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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

Chancelaria russa: EUA instigam abertamente à rebelião das Forças Armadas venezuelanas

Os EUA instigam abertamente as Forças Armadas da Venezuela à rebelião, disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


Sputnik

Zakharova afirmou que tudo indica que os EUA escolheram o cenário de confrontação na Venezuela com o uso da força e nem tentam esconder isso.


Militares venezuelanos (imagem referencial)
Militares venezuelanos © Sputnik / Sergei Mamontov

"Todos os meios de pressão informacional e psicológica estão sendo usados, desde a manipulação e informações falsas na mídia até a chantagem direta e incitação ao ódio. O principal objeto desta influência são as Forças Armadas da República Bolivariana. Continua igualmente sendo feita pressão em larga escala no pessoal militar", disse Zakharova em uma entrevista na quinta-feira (14).

Assim, de acordo com Zakharova, EUA induzem o Exército venezuelano à revolta e políticos americanos de alto nível estão pedindo às Forças Armadas venezuelanas que passem para o lado da nova liderança autoproclamada.

"Que direito moral, depois disso, têm os EUA, em princípio, de falar sobre democracia e Estado de direito, tanto em um país em particular como na arena internacional? Não têm", disse ela.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu pediu aos países europeus que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição.

A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos, alinhados com os EUA e UE, expressaram apoio a Guaidó.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais realizados nas ruas de Caracas.

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