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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Chanceler da Espanha reitera que UE rejeita intervenção militar na Venezuela

O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell, reafirmou nesta sexta-feira que os integrantes da União Europeia (UE) são contrários a uma intervenção militar na Venezuela para resolver a crise do país.


EFE

Bucareste - "Está muito claro que a Espanha não apoiaria e seria contrária a uma intervenção militar estrangeira. Acredito que esta é a posição absolutamente dominante no Conselho Europeu", disse Borrell após participar de uma reunião informal de chanceleres do bloco.


O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement
O ministro de Relações Exteriores e Cooperação da Espanha, Josep Borrell. EFE/ Robert Ghement

No encontro, os ministros de Relações Exteriores dos países-membros da UE discutiram a situação na Venezuela, mas não entraram em acordo para reconhecer o chefe da Assembleia Nacional do país, Juan Guaidó, como presidente interino.

Itália e Grécia fizeram a oposição mais firme ao reconhecimento.

Autoproclamado presidente interino da Venezuela no último dia 23 de janeiro, Guaidó disse, em entrevista concedida à "CNN" que está disposto a receber ajuda militar dos Estados Unidos caso seja necessário. No entanto, ressaltou que a opção não era desejável.

"Aqui na Venezuela, estamos fazendo o possível para pressionar (Nicolás Maduro) e para que não tenhamos que chegar a um cenário que ninguém desejaria viver", afirmou o líder da oposição.

Perguntado sobre o posicionamento do presidente interino da Venezuela, o chanceler da Espanha evitou qualquer tipo de polêmica, disse que não tinha assistido à entrevista de Guaidó e que, portanto, só falaria sobre as posições de seu país quanto à crise.

"É preciso ter muito cuidado com essas questões de intervenções militares", avaliou o ministro espanhol.

Sobre a falta de consenso dentro da UE para apoiar Guaidó, Borrell ressaltou que dois países têm reservas sobre as "condições" de atuação do presidente interino da Venezuela. A Espanha, no entanto, reconheceu o opositor como chefe de Estado da Venezuela.

Borrell ressaltou que a Espanha não está seguindo as decisões tomadas pelos EUA e lembrou que o presidente do governo, Pedro Sánchez, estabeleceu, junto a outros países europeus, um prazo de oito dias para que Maduro convoque eleições na Venezuela.

O chanceler também destacou que muitos países não viram com bons olhos a tentativa da UE de criar um grupo de contato para apoiar a realização de eleições livres na Venezuela.

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