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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Chanceler: Rússia não planeja ações militares conjuntas com Irã e Turquia na Síria

Não estão planejadas ações militares conjuntas da Rússia, Turquia e Irã no território da Síria, assegurou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

"Não estamos planejando operações militares conjuntas da Rússia, Turquia e Irã no território da Síria", afirmou Lavrov em entrevista à TV Vietnamita e aos canais de TV chineses CCTV e Phoenix nas vésperas das suas visitas à China e ao Vietnã.


Militares russos durante cerimônia de visita do presidente russo, Vladimir Putin, à base aérea em Hmeymim, na Síria
Militares russos na Síria © Sputnik / Mikhail Klimentiev

Ao mesmo tempo, o diplomata destacou que a Rússia, a Turquia e o Irã são os garantidores de uma trégua na Síria.

O ministro explicou que a Federação da Rússia e a República Islâmica do Irã atuam no território da Síria a convite do governo legítimo da República Árabe.

"A Turquia citou a preocupação com a ameaça à sua segurança, mas o governo sírio protesta contra a presença dos militares turcos no território do país. No entanto, ele apoiou as a criação do formato de Astana. Essa é uma decisão pragmática que ajudou a alcançar o que ninguém tinha conseguido — garantir um verdadeiro cessar-fogo na maior parte da Síria e dar início a um diálogo direto entre o governo e a oposição armada", acrescentou.

Mais cedo, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, não descartou a possibilidade de ações militares conjuntas da Turquia, Rússia e Irã contra grupos radicais na província síria de Idlib.

A Síria enfrenta uma guerra civil desde 2011. As forças governamentais estão em confronto com numerosos grupos da oposição, militantes armados e organizações terroristas.

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