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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

China está planejando abandonar política de 'não ser o primeiro a usar' armas nucleares?

A China poderia reconsiderar sua política de longa data de "não ser o primeiro país a utilizar" armas nucleares, de acordo com analistas.


Sputnik

Como sinal dessa crescente preocupação, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou em outubro que sua decisão de se retirar do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) se deveu à necessidade de responder ao crescente potencial nuclear da China, gerando por sua vez preocupação no país asiático, de acordo com a edição chinesa South China Morning Post.


Soldados do Exército Popular de Libertação da China (PLA) na parada militar comemorativa do 90º aniversário do exército chinês, julho de 2017
Militares chineses em desfile © REUTERS / China Daily

À medida que a China vem avançando no desenvolvimento de suas armas e Washington e vem tentando limitar a capacidade militar de Pequim no mar do sul da China, os dois países começam a se envolver em uma competição na área nuclear.

De acordo com Zhao Tong, membro do Programa de Polícia Nuclear com sede no Centro Carnegie-Tsinghua para a Política Global, os EUA e seus aliados estão aumentando suas capacidades de guerra antissubmarina no mar do Sul da China e no oceano Índico.

Entretanto, diferente dos EUA, o país asiático não pode lançar um ataque preventivo devido à disparidade tecnológica, portanto, não lhe resta outra alternativa senão manter sua política de "não ser o primeiro a utilizar" armas nucleares, apontou o artigo.

Em um comunicado do final do ano passado, Zhao afirmou que tal aumentaria a desconfiança entre os dois países e também a possibilidade de que Pequim possa revisar a sua política de não ser o primeiro a usar armas nucleares, vigente desde os primeiros testes nucleares do gigante asiático em 1964.

Neste sentido, a série de mísseis JL, ou Julang, para submarinos de propulsão nuclear, faz parte de uma estratégia do Exército Popular de Libertação (EPL) de estender suas capacidades de retaliação nuclear do país.

No entanto, Song Zhongping, especialista militar, indicou que a capacidade nuclear da China também está muito atrás da da Rússia. Os EUA e a Rússia possuem mais de 90% das armas nucleares, reforçou.

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