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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Coalizão Internacional realiza ataque aéreo contra artilharia do Exército da Síria

De acordo com informações dadas à Sputnik News por uma fonte militar, a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realizou ataques aéreos contra a artilharia do Exército da Síria próximo da cidade de Abu Kamal, deixando ao menos dois militares feridos.


Sputnik

"Por volta das 23:30 no horário local [sábado (2), 19:30 no horário de Brasília] a aviação da coalizão internacional conduziu um ataque aéreo contra a artilharia de nossas forças operando na região de As Sukkariya, a Oeste de Abu Kamal […]. Como resultado dos ataques aéreos, a artilharia foi destruída e dois militares ficaram feridos", disse a fonte.


O céu de Damasco se ilumina com mísseis lançados pelos EUA na capital Síria.
© AP Photo / Hassan Ammar

Forças lideradas pelos EUA mataram ao menos 1.190 civis enquanto lutavam contra o grupo terrorista Daesh na Síria e no Iraque ao longo dos últimos três anos e maio, segundo divulgou a Força-Tarefa Conjunta Combinada — Operação Resolução Inerente (OIR) em seu relatório na quinta-feira (31). Em dezembro, a coalizão reportou 1.139 mortes de civis como consequência de 31.406 ataques durante toda a campanha na Síria.

A OIR disse através de um comunicado à imprensa na quarta-feira (30) que a coalizão conduziu 645 ataques na Síria e nove no Iraque durante um período de duas semanas entre 13 de janeiro e 26 de janeiro deste ano.

Ainda de acordo com a Operação, os ataques atingiram 394 unidades táticas do Daesh e destruiu 244 posições, 172 rotas de abastecimento, 85 áreas de treinamento, 21 veículos, 17 construções, 15 veículos transportando dispositivos explosivos de forma improvisada e 14 áreas de lançamento de morteiros.

Os ataques foram conduzidos enquanto os Estados Unidos se prepararam para deixar a Síria sob ordens do presidente norte-americano, Donald Trump, que disse que o Daesh foi derrotado.

A Síria permanece em conflito interno desde 2011, com grupos de oposição e organizações terroristas lutando contra o Exército sírio com o objetivo de derrubar o presidente do país, Bashar Assad.Em 2014, a coalizão liderada pelos EUA, que reúne mais de 70 países, lançou uma campanha militar contra o Daesh na Síria, porém sem autorização do governo local ou do Conselho de Segurança da ONU.

O governo da Síria tem repetidamente afirmado que todas as forças estrangeiras operando na Síria sem a permissão do governo estão violando a lei doméstica e também a legislação internacional e devem deixar o país.

O Daesh é uma organização terrorista banida da Rússia e de outros países.

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