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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Colaboradores belgas de Adolf Hitler ainda recebem pensão por 'lealdade', expõe mídia

Bônus de fidelidade, que nunca foi tributado, corresponde a uma promessa de Hitler a um grupo de belgas que o prometeram lealdade. Mesmo 75 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, eles ainda recebem o que o líder nazi os prometeu, reporta o jornal De Morgen.


Sputnik

A mídia detalha que 27 belgas ganham entre € 425 e € 1.275 (R$ 1.800 e R$ 5.400) por mês do governo alemão.


Adolf Hitler e Rudolf Hess durante parada militar em Berlim, em 1938
© AP Photo 

O subsídio era para garantir "fidelidade, lealdade e obediência" deles a Adolf Hitler no âmbito do decreto nazista que continua em vigor mesmo após sete décadas da queda do Terceiro Reich.

O investigador Alvin de Coninck, citado pelo jornal, explica que as pessoas que foram qualificadas para receber a "pensão de Hitler" eram belgas que aderiram às Waffen-SS (braço armado da tropa de proteção de Hitler) ou então residentes das regiões fronteiriças da Bélgica, que adquiriram a nacionalidade alemã durante a ocupação nazista.

Em comparação ao pós-guerra, os belgas que foram forçados a trabalhar na Alemanha durante a ocupação receberam apenas 50 euros por mês, enquanto os beneficiários do subsídio de fidelidade nunca foram tributados sobre este rendimento adicional, uma vez que a embaixada alemã não comunicou os seus nomes ao governo belga, de acordo com o investigador.

A exposição dessa informação polêmica na Bélgica ocasionou que deputados locais exigissem que o acordo bizarro terminasse, e já na terça-feira (19), uma resolução foi introduzida no parlamento pedindo ao governo "que resolva este problema diplomaticamente e com urgência".

No entanto, estas pessoas não são as únicas que recebem este tipo de subsídio. Previamente, o jornal espanhol ABC publicou um artigo em que elogiava o "heroísmo" de voluntários que lutaram pelo líder nazista. Em 2015, cerca de 100 mil euros dos contribuintes alemães foram pagos aos espanhóis que se inscreveram na famosa Divisão Azul que lutou contra o Exército Vermelho entre 1941 e 1944, sendo o dinheiro posteriormente dividido entre 41 veteranos, oito viúvas e um órfão.

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