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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Comandante: 'Irã gasta US$ 7-8 bi em defesa contra inimigos que gastam US$ 100 bi'

O Irã transformou-se de um país com "máxima confiança" nos Estados Unidos para uma grande potência no sudoeste da Ásia, disse o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, major-general Mohammad Baqeri.


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Falando na Universidade Shahid Sattari de Engenharia Aeronáutica na terça-feira em um evento dedicado às comemorações do 40º aniversário da Revolução Iraniana, o oficial descreveu os eventos revolucionários como um "milagre divino".


Oriente Médio
CC0

"Em qualquer momento da história, os inimigos da Revolução fizeram o que tinham à sua disposição", mas sem sucesso, disse Baqeri, segundo a Press TV. "É uma grande honra para a nação iraniana que hoje se transformou em uma grande potência no sudoeste da Ásia depois de passar por dois séculos de humilhação", acrescentou, referindo-se em particular à "era negra" enfrentada pelo regime xaísta de Shahl Pahlavi.

Segundo Baqeri, o Irã deve sua segurança a suas forças armadas que permitiram ao país ter estabilidade apesar de estar "na região mais insegura do mundo" e de sua indústria militar, que permite ao Irã enfrentar adversários regionais como a Arábia Saudita, Emirados Árabes e Israel, que gastam pelo menos US$ 100 bilhões por ano em defesa.

O comandante também repreendeu os EUA por seu enorme orçamento militar. "A cada ano, mais de US$ 700 bilhões são gastos pelas Forças Armadas dos EUA, que não têm planejamento adequado", disse ele.

Com um orçamento de defesa de US $ 7-8 bilhões por ano, o Irã produz quase 90% de seu equipamento militar no país, disse Baqeri.

No sábado, o Irã revelou um novo míssil de cruzeiro apelidado de Hoveyzeh, com alcance de mais de 1.350 km e a capacidade de voar em baixas altitudes para evitar a interceptação. O respeitado site de inteligência militar israelense DEBKAfile alertou que o míssil, que poderia chegar a Israel, provavelmente não pode ser interceptado por sistemas de defesa de mísseis israelenses ou norte-americanos.

O Irã tem um grande arsenal de sistemas de mísseis convencionais de curto, médio e longo alcance desenvolvidos domesticamente. Os Estados Unidos, Israel, a Arábia Saudita e a União Europeia argumentam que essas armas representam uma ameaça à segurança regional. O Irã insiste que os mísseis são uma ferramenta de dissuasão contra o ataque do inimigo e que a posse desses armamentos "não é negociável" para a República Islâmica.

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