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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Confrontos na fronteira com a Venezuela deixam 285 feridos, diz governo da Colômbia

Mais de 60 militares venezuelanos desertaram e pediram refúgio na Colômbia.


Por G1

Confrontos na fronteira da Colômbia com a Venezuela neste sábado (23) deixaram 285 feridos e 37 pessoas foram hospitalizadas, segundo balanço divulgado pelo governo colombiano. Mais de 60 militares venezuelanos desertaram e pediram refúgio na Colômbia.

Caminhão que transportava ajuda humanitária para a Venezuela foi incendiado em Cúcuta — Foto: Marco Bello/Reuters
Caminhão que transportava ajuda humanitária para a Venezuela foi incendiado em Cúcuta — Foto: Marco Bello/Reuters

Entre os feridos, 255 são venezuelanos e 30, colombianos, e muitos entraram na Colômbia por rotas ilegais. "Os hospitais estão abertos e prevenidos para lidar com essa emergência", afirmou o ministro da Defesa colombiano, Guillermo Botero Neto.

O governo colombiano também informou que dois caminhões com ajuda humanitária foram incendiados e outro teve a carga retirada para evitar que fosse perdida.

Oito caminhões deixaram Cúcuta em direção à Venezuela: quatro para San Antonio del Tachira e quatro, para Urenã. Dos que foram para San Antonio, três regressaram e um segue no país vizinho.

Dos que seguiram para Urenã, três veículos ultrapassaram a fronteira e entraram na Venezuela e um ficou na Colômbia. Dois dos que cruzaram o bloqueio foram incendiados e um teve a carga retirada para evitar que ela fosse incendiada e segue em território venezuelano, mas deve regressar à Colômbia.

Confrontos na fronteira

Marcado por protestos e expectativa para o recebimento de doações de alimentos e medicamentos do exterior, o dia "D" da oposição ao regime Nicolás Maduro, registrou diversos confrontos neste sábado.

A cidade de Cúcuta, na Colômbia, concentrou o maior contingente de manifestantes, que atiraram pedras contra as forças de segurança venezuelanas e pediam a abertura da passagem. Veículos foram incendiados. Os policiais revidaram com gás lacrimogêneo.

Na fronteira com o Brasil, três pessoas morreram e 15 ficaram feridas em Santa Elena e manifestantes lançaram coquetéis molotov contra uma base do Exército da Venezuela perto de Pacaraima (RR), após as duas caminhonetes com ajuda humanitária serem proibidas de entrar no país vizinho. Os militares venezuelanos reagiram com bombas de gás lacrimogêneo.

As manifestações ocorrem após o fechamento das fronteiras da Venezuela com Brasil e Colômbia por ordem do presidente do país, Nicolás Maduro.

Os protestos reivindicavam que o governo autorizasse o ingresso dos caminhões para atender cidadãos venezuelanos afetados pela crise econômica e política do país sul-americano.


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