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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Cuba fala sobre tropas americanas no Caribe e suposta ação que mira a Venezuela

Para o governo cubano, EUA preparam aventura militar disfarçada de 'intervenção humanitária' no país.


France Presse

O governo de Cuba, que é um importante aliado do presidente Nicolás Maduro, afirmou na quarta-feira (13) que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" contra a Venezuela, disfarçada de "intervenção humanitária".

Em imagem de arquivo, presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas — Foto: Yuri Cortez/AFP
Em imagem de arquivo, presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas — Foto: Yuri Cortez/AFP

O ministério das Relações Exteriores de Cuba citou movimentações de forças especiais dos Estados Unidos rumo a "aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e outras ilhas do Caribe, sem o conhecimento de seus governos".

"Continua a preparação de uma agressão militar contra a Venezuela sob pretexto humanitário", afirmou no Twitter a chancelaria de Cuba.

A diplomacia cubana afirmou que os deslocamentos aconteceram entre 6 e 10 de fevereiro, em "aviões de transporte militar para o aeroporto Rafael Miranda de Porto Rico, a Base Aérea de San Isidro na República Dominicana e outras ilhas do Caribe estrategicamente localizadas".

Cuba afirma que "meios políticos e da imprensa, inclusive americanos", revelaram que "figuras extremistas" dos Estados Unidos organizam uma "tentativa de golpe de Estado na Venezuela por meio da ilegal autoproclamação de um presiddente".

O líder opositor venezuelano e presidente do Parlamento, Juan Guaidó, é reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 40 países e tem forte apoio do presidente americano, Donald Trump.

Na quarta-feira, Guaidó assumiu o controle político do Citgo, filial da empresa venezuelana PDVSA nos Estados Unidos, em sua estratégia de asfixiar economicamente o governo de Maduro.

Ao mesmo tempo, um carregamento de ajuda humanitária enviado pelos Estados Unidos está desde 7 de fevereiro em um centro de coleta na cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta, bloqueado por militares venezuelanos.

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