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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Defesa russa divulga FOTO de fábrica nos EUA de mísseis proibidos pelo Tratado INF

O Ministério da Defesa russo publicou uma foto de uma fábrica nos EUA, da corporação industrial Raytheon, em que já há dois anos se iniciaram preparos para produção de mísseis proibidos no âmbito do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF, na sigla em inglês).


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Mais cedo, o ministério afirmou que os EUA tomaram a decisão de abandonar o tratado vários anos antes de acusar a Rússia de o violar. Segundo o ministério russo, os preparos para produção de mísseis proibidos pelo tratado começaram ainda em 2017, usando as instalações da corporação Raytheon na cidade de Luzon, estado de Arizona, para criar mísseis de médio e curto alcance.


Foto de satélite da fábrica nos EUA da corporação industrial Raytheon na cidade de Tuzon, divulgada pelo Ministério da Defesa russo
Foto de satélite da fábrica nos EUA da corporação industrial Raytheon na cidade de Tuzon, divulgada pelo Ministério da Defesa russo © FOTO : MINISTÉRIO DA DEFESA DA RÚSSIA

Nos últimos dois anos, o território da fábrica aumentou 44%, de 55 a 79 mil metros quadrados. O número de funcionários aumentou quase para duas mil pessoas, de acordo com o ministério.

Além disso, o ministério recordou que em novembro de 2017, quase simultaneamente com a expansão das instalações da fábrica, o Congresso norte-americano alocou ao Pentágono a primeira tranche de US$ 58 milhões (R$ 212 milhões) mencionando abertamente que os recursos seriam destinados ao "desenvolvimento de um míssil terrestre de médio alcance".

"O caráter e os prazos dos trabalhos realizados evidenciam inegavelmente que a administração dos EUA tomou a decisão de sair do Tratado INF vários anos antes de acusar infundadamente a Rússia de violar o tratado", concluiu o ministério.

Na foto de satélite, divulgada pelo ministério e datada de 3 de dezembro de 2018, é mostrada a fábrica com território de 4.150x2.300 metros. A fábrica inclui três complexos industriais operacionais e um em construção, uma plataforma de testes, linhas de montagem e equipamento dos mísseis, instalações de laboratórios industriais, 36 armazéns semienterrados, uma subestação, bem com diferentes construções auxiliares.

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