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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Dinamarca rejeita pedido de Trump para repatriar jihadistas presos na Síria

Na tarde de ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos aliados da União Europeia que repatriassem e julgassem mais de 800 combatentes do Daesh capturados na Síria.


Sputnik

De acordo com a agência de notícias DPA, citando representantes do primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen, Copenhague não vai receber de volta combatentes do Daesh para serem julgados no país.


Combatente do Daesh.
Terrorista do Estado Islâmico | CC0

"Estamos falando das pessoas mais perigosas do mundo. Não devemos recebê-las", enfatizou, acrescentando que a declaração de Trump foi prematura, já que a situação na Síria está longe de ser estável.

Mais cedo neste domingo, uma porta-voz do Ministério do Interior da Alemanha se dirigiu ao apelo do presidente dos EUA.

"Em princípio, todos os cidadãos alemães e os suspeitos de terem lutado pelo chamado Daesh têm o direito de retornar", disse ela, acrescentando, no entanto, que a condição para isso era o acesso consular aos suspeitos.

A autoridade alemã também disse que o Iraque mostrou interesse em ter alguns dos combatentes jihadistas da Alemanha levados a julgamento. "Mas na Síria, o governo alemão não pode garantir deveres legais e consulares para cidadãos alemães encarcerados devido ao conflito armado", concluiu.

No começo de janeiro, a França teria concordado em repatriar pelo menos 130 combatentes franceses do Daesh detidos no nordeste da Síria por soldados curdos apoiados pelos EUA. A ideia é que eles sejam julgados na França.

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