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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Editora-chefe do RT reage à decisão do Canadá de barrar credencial da Sputnik à reunião

A editora-chefe da agência Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa em conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira.


Sputnik

A reunião ministerial realizada em Ottawa começou na segunda-feira. Ambas as agências tiveram o credenciamento negado.


Editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou
Margarita Simonyan © Sputnik / Vitaly Belousov

A editora-chefe da agência de notícias internacional Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa de conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik, ambas parte da Rossiya Segodnya, para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira. Quando convidado pela Sputnik a explicar a decisão, o porta-voz do ministério, Richard Walker, disse que a agência "não foi cordial" com a chanceler canadense Chrystia Freeland no passado.

"Parece que éramos ingênuos em acreditar que as liberdades de imprensa eram um valor consolidado no Canadá, e não um privilégio concedido arbitrariamente apenas àqueles que cordial e inquestionavelmente papagueassem a linha do governo, nunca trazendo fatos e histórias inconvenientes. Lição aprendida — e não apenas por nós, mas por qualquer um que possa ousar fazer perguntas difíceis neste país mais polido: se essa atitude é representativa da abordagem 'democrática' que supostamente garante o futuro seguro, estável e próspero da Venezuela, então que Deus nos ajude", disse Simonyan à Sputnik.

No domingo, a rede de televisão Telesur, sediada na Venezuela, disse que também teve negado o acesso à reunião do Grupo Lima pelo governo canadense, que não forneceu nenhuma explicação para a decisão.

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