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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Editora-chefe do RT reage à decisão do Canadá de barrar credencial da Sputnik à reunião

A editora-chefe da agência Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa em conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira.


Sputnik

A reunião ministerial realizada em Ottawa começou na segunda-feira. Ambas as agências tiveram o credenciamento negado.


Editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou
Margarita Simonyan © Sputnik / Vitaly Belousov

A editora-chefe da agência de notícias internacional Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa de conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik, ambas parte da Rossiya Segodnya, para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira. Quando convidado pela Sputnik a explicar a decisão, o porta-voz do ministério, Richard Walker, disse que a agência "não foi cordial" com a chanceler canadense Chrystia Freeland no passado.

"Parece que éramos ingênuos em acreditar que as liberdades de imprensa eram um valor consolidado no Canadá, e não um privilégio concedido arbitrariamente apenas àqueles que cordial e inquestionavelmente papagueassem a linha do governo, nunca trazendo fatos e histórias inconvenientes. Lição aprendida — e não apenas por nós, mas por qualquer um que possa ousar fazer perguntas difíceis neste país mais polido: se essa atitude é representativa da abordagem 'democrática' que supostamente garante o futuro seguro, estável e próspero da Venezuela, então que Deus nos ajude", disse Simonyan à Sputnik.

No domingo, a rede de televisão Telesur, sediada na Venezuela, disse que também teve negado o acesso à reunião do Grupo Lima pelo governo canadense, que não forneceu nenhuma explicação para a decisão.

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