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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Embaixada russa mostra preocupação com 'tom bélico' de ministro britânico

A embaixada russa em Londres está preocupada com o "tom militarista" do discurso do ministro da Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, afirmou à Sputnik um representante da missão diplomática.


Sputnik

Na última segunda-feira, Williamson disse que após a conclusão do Brexit (saída dos britânicos da União Europeia) o Reino Unido deve "reforçar nossa presença global e aumentar a letalidade de suas armas".


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Gavin Williamson | Reprodução

O ministro britânico também declarou que o Reino Unido estará "pronto para agir" e intervirá com "poder duro" contra a Rússia, a China e outras nações ou agentes que possam atentar contra interesses nacionais.

"O tom militarista geral do discurso do chefe da entidade militar não pode deixar de dizer que as intenções de 'mostrar força', 'aumentar a letalidade de suas Forças Armadas' não estão ligadas às tarefas de garantir a segurança do Reino Unido", disse o representante da embaixada russa.

O oficial da Rússia enfatizou ainda que, dessa forma, Londres procura promover seus interesses no mundo com base na força militar.

Ele acrescentou que "esta linha não é muito esclarecedora, ela enfraquece a imagem do Reino Unido na arena internacional, que já foi gravemente prejudicada pelas agressões no Iraque, na Líbia e em outros países".

De acordo com outros representantes da embaixada russa em Londres, o tom bélico do ministro britânico, posicionando a Rússia como um "agressor", integra uma estratégia para tentar conseguir um aumento no orçamento para a defesa.

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