Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Embaixada russa mostra preocupação com 'tom bélico' de ministro britânico

A embaixada russa em Londres está preocupada com o "tom militarista" do discurso do ministro da Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, afirmou à Sputnik um representante da missão diplomática.


Sputnik

Na última segunda-feira, Williamson disse que após a conclusão do Brexit (saída dos britânicos da União Europeia) o Reino Unido deve "reforçar nossa presença global e aumentar a letalidade de suas armas".


Resultado de imagem para Gavin Williamson
Gavin Williamson | Reprodução

O ministro britânico também declarou que o Reino Unido estará "pronto para agir" e intervirá com "poder duro" contra a Rússia, a China e outras nações ou agentes que possam atentar contra interesses nacionais.

"O tom militarista geral do discurso do chefe da entidade militar não pode deixar de dizer que as intenções de 'mostrar força', 'aumentar a letalidade de suas Forças Armadas' não estão ligadas às tarefas de garantir a segurança do Reino Unido", disse o representante da embaixada russa.

O oficial da Rússia enfatizou ainda que, dessa forma, Londres procura promover seus interesses no mundo com base na força militar.

Ele acrescentou que "esta linha não é muito esclarecedora, ela enfraquece a imagem do Reino Unido na arena internacional, que já foi gravemente prejudicada pelas agressões no Iraque, na Líbia e em outros países".

De acordo com outros representantes da embaixada russa em Londres, o tom bélico do ministro britânico, posicionando a Rússia como um "agressor", integra uma estratégia para tentar conseguir um aumento no orçamento para a defesa.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas