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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA prometem ser 'implacáveis' após Irã apresentar novo míssil em instalação subterrânea (VIDEO)

O mais novo míssil balístico iraniano, chamado Dezful, foi recentemente apresentando e é capaz de atingir alvos a uma distância de até 1.000 quilômetros, informou a agência de notícias Fars.


Sputnik

O porta-voz adjunto do Departamento de Estado dos EUA, Robert Palladino, descreveu o evento como um "descarado desrespeito do Irã para com as normas internacionais", ao comentar a cerimônia de inauguração realizada em uma instalação subterrânea de produção de mísseis balísticos pelas forças aeroespaciais do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC).


Míssil Sayyad 2 disparado pelo sistema de defesa aérea Talash durante exercícios no Irã, 5 de novembro de 2018 (foto de arquivo)
Lançamento do míssil iraniano Sayyad-2 © AP Photo / Iranian Arm

"Os Estados Unidos continuarão a ser implacáveis na edificação de apoio em todo o mundo para enfrentar a imprudente atividade de mísseis balísticos do regime iraniano, e continuaremos exercendo pressão suficiente sobre o regime para que mude o seu comportamento maligno — incluindo através da plena aplicação de todas as nossas sanções", disse.

Palladino sugere que o programa de mísseis iraniano seja impedido pelos EUA por meio de reintrodução de sanções internacionais severas.

Antes da declaração do porta-voz, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, havia postado no Twitter que o último lançamento de mísseis de Teerã provou mais uma vez que o acordo nuclear de 2015 não estava detendo o programa de mísseis do Irã.

Em janeiro, vários países, participantes do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês) de 2015, acusaram Teerã de usar tecnologia de mísseis balísticos e de violar a Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU sobre o acordo.

Em maio de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, havia anunciado que o seu país se retiraria do JCPOA e reintroduziria sanções contra o Estado iraniano. Após a saída americana do acordo, foi tomada uma série de medidas contra o Irã, destinadas, segundo os EUA, a intensificar seus esforços para combater a chamada influência "maligna" da República Islâmica em todo o Oriente Médio.


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