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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA querem guerra em todos os lugares do mundo, diz líder iraniano Khamenei

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse nesta quarta-feira considerar os Estados Unidos um país indigno de confiança e belicista, e pediu à vizinha Armênia que amplie seus laços com Teerã, apesar das pressões norte-americanas.


Sputnik

O Irã está lutando com as sanções impostas por Washington depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou um acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis grandes potências no ano passado, chamando-o de profundamente falho.


Aiatolá Ali Khamenei.
Aiatolá Ali Khamenei © Sputnik / Sergey Guneev

Washington disse a empresas internacionais que elas serão impedidas de entrar no sistema financeiro norte-americano se violarem suas sanções aos setores energético e bancário iranianos. O alerta deixou muitos países preocupados em fazer negócios com o Irã.

"Os americanos são totalmente indignos de confiança e querem sedição, corrupção, desacordo e guerra em todos os lugares. Eles são contra as relações entre o Irã e a Armênia", informou o site oficial de Khamenei durante uma reunião com o primeiro-ministro da Armênia, Nikol Pashinyan, em Teerã.

"Estamos comprometidos com boas relações com nossos vizinhos, mas autoridades norte-americanas como [o conselheiro de segurança nacional] John Bolton não compreendem as questões e relações humanas", declarou Khamenei. Bolton tem uma visão particularmente belicista do Irã na administração Trump.

O presidente Hassan Rouhani revelou anteriormente que o Irã está pronto para exportar mais gás para a Armênia.

O Irã acusou os Estados Unidos de iniciar uma "guerra econômica" contra ele, dizendo que as sanções estão impedindo o acesso dos iranianos a recursos vitais. O Tesouro dos EUA diz que as importações de remédios e alimentos estão isentas de sanções.

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