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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Ex-general da OTAN acusa EUA de traição à Europa

O ex-chefe do comitê militar da OTAN, general aposentado das Forças Armadas da Alemanha, Harald Kujat, em entrevista a Bayerischer Rundfunk criticou fortemente os EUA pela saída do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).


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De acordo com ele, a medida tomada pelo os EUA significa que Washington renuncia seus compromissos perante aos seus aliados na Europa.


Tropas norte-americanas passam na Alemanha (foto de arquivo)
Tropas norte-americanas na Alemanha © AP Photo / Ingo Wagner

"É uma traição à segurança dos aliados europeus", afirmou.

Kujat acrescentou também que as consequências do término deste tratado seriam muito complicadas para todos os lados envolvidos.

"Tudo o que seguirá à anulação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário é pior do que temos no momento", frisou o militar.

Além disso, Kujat disse esperar que a Rússia e os EUA sejam capazes de preservar o tratado, para o qual, em sua opinião, é necessário reviver a realização das inspeções mútuas, que cessaram em 2001.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que no dia 2 de fevereiro Washington começaria o processo de saída do Tratado INF com a Rússia.

Por sua vez, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que Moscou responderia de forma recíproca à decisão dos EUA de sair do tratado, e que também suspenderia sua participação no acordo.

O chefe de Estado russo também apontou que a Rússia não deveria, e não iria se envolver, em uma corrida armamentista dispendiosa. Ademais, Putin adicionou que todas as propostas da Rússia sobre o desarmamento "continuam sobre a mesa e as portas estão abertas", mas exigiu que não se iniciassem mais negociações sobre o tratado.

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