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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Exército israelense mata 2 palestinos com disparos em protestos em Gaza

O exército israelense efetuou disparos nesta sexta-feira contra palestinos que realizavam mais um protesto semanal junto à fronteira com Israel e matou dois deles, incluindo um adolescente de 14 anos, informou o Ministério de Saúde do território palestino.


EFE

Cidade de Gaza - O menor foi identificado como Hassan Shalabi, e o segundo morto, de 18 anos, como Hamza Ishteiwi, segundo o porta-voz do ministério, Ashraf al Qaedra, que informou que outras dez pessoas foram hospitalizadas por ferimentos provocados por arma de fogo.


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Reprodução

Centenas de palestinos da Faixa de Gaza comparecerem à conhecida como Grande Marcha do Retorno pela 46ª semana consecutiva e testemunhas contaram à Agência Efe que grupos de manifestantes atiraram pedras contra os soldados posicionados na fronteira e agitaram bandeiras palestinas.

A tensão aumentou na Faixa com o início dessas manifestações em março do ano passado e, desde então, ocorreram sete picos de violência, com lançamento de projéteis de Gaza e bombardeios israelenses de represália, contidos por frágeis tréguas.

Os protestos desta sexta-feira aconteceram quando duas delegações de alto nível, dos movimentos islamitas Hamas e Jihad Islâmica, estavam no Cairo para se reunir com funcionários do alto escalão do Egito para reforçar o acordo de calma que mantêm com Israel desde a última escalada em novembro.

Desde o início da mobilização - que pede o fim do bloqueio israelense e o retorno dos refugiados - mais de 250 palestinos morreram por disparos das forças israelenses, segundo o Ministério de Saúde palestino, além de um soldado israelense junto à fronteira e outro em uma operação encoberta do exército dentro do território.

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