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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

França reconhecerá Guaidó como presidente se nova eleição não for convocada neste domingo

A ministra francesa para Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau, disse que a França reconhecerá Juan Guaidó como presidente da Venezuela caso novas eleições não sejam convocadas até a noite deste domingo (3).


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Guaidó é o chefe Assembleia Nacional da Venezuela e se declarou presidente interino em 23 de janeiro.


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Nathalie Loiseau | Reprodução

"A eleição [do presidente venezuelano Nicolás] Maduro foi uma farsa. Se ele não se empenhar em organizar eleições presidenciais antes de hoje à noite, consideraremos Guaidó como o legítimo presidente da Venezuela", disse Loiseau, segundo o jornal Le Figaro.

Maduro enfrenta crescente pressão internacional para deixar o cargo.

Os Estados Unidos e o Grupo de Lima (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru) já reconhecem Guaidó como presidente.

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