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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Governo de Maduro revisará relações com países que reconheceram Guaidó

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta segunda-feira que as relações com os governos europeus que reconheceram o chefe da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino do país, serão revisadas.


EFE

Caracas - Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela afirmou que a revisão das relações começará imediatamente e continuará até que esses países retifiquem seus posicionamentos, descartando o apoio aos "planos golpistas" da oposição.


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. EFE/Imprensa Miraflores
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. EFE/Imprensa Miraflores

Além disso, o governo de Maduro afirma em comunicado que a soberania da Venezuela não está submetida a nenhum tipo de reconhecimento por parte de autoridade estrangeira.

Guaidó foi reconhecido como presidente interino da Venezuela nesta segunda-feira por 12 países europeus. Na prática, esses governos estão considerando como ilegítima a posse de Maduro para seu segundo mandato presidencial de seis anos.

O governo de Maduro reafirmou que é vítima de um golpe de Estado patrocinado pelos Estados Unidos e pelas "oligarquias" da região. Nesse sentido, o comunicado critica o "grau de subordinação" dos países europeus às políticas ditadas pela Casa Branca.

"Denunciamos que essa decisão viola abertamente os princípios e práticas que regem as relações diplomáticas, estabelecendo um precedente perigoso para a convivência pacífica entre as nações", completou o ministério na nota.

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