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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Governo de Maduro revisará relações com países que reconheceram Guaidó

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta segunda-feira que as relações com os governos europeus que reconheceram o chefe da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino do país, serão revisadas.


EFE

Caracas - Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela afirmou que a revisão das relações começará imediatamente e continuará até que esses países retifiquem seus posicionamentos, descartando o apoio aos "planos golpistas" da oposição.


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. EFE/Imprensa Miraflores
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. EFE/Imprensa Miraflores

Além disso, o governo de Maduro afirma em comunicado que a soberania da Venezuela não está submetida a nenhum tipo de reconhecimento por parte de autoridade estrangeira.

Guaidó foi reconhecido como presidente interino da Venezuela nesta segunda-feira por 12 países europeus. Na prática, esses governos estão considerando como ilegítima a posse de Maduro para seu segundo mandato presidencial de seis anos.

O governo de Maduro reafirmou que é vítima de um golpe de Estado patrocinado pelos Estados Unidos e pelas "oligarquias" da região. Nesse sentido, o comunicado critica o "grau de subordinação" dos países europeus às políticas ditadas pela Casa Branca.

"Denunciamos que essa decisão viola abertamente os princípios e práticas que regem as relações diplomáticas, estabelecendo um precedente perigoso para a convivência pacífica entre as nações", completou o ministério na nota.

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