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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Guaidó pede que militares permitam entrada de ajuda humanitária na Venezuela

O chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino do país há duas semanas, voltou nesta sexta-feira que aos militares venezuelanos que permitam a entrada de ajuda humanitária que começou a chegar na Colômbia para amenizar a crise dos últimos anos.


EFE

Caracas - "Aos nossos irmãos das Forças Armadas, dizemos: sabemos que os senhores também são vítimas desta emergência, está na mão de vocês permitir que suas famílias recebam ajuda humanitária", disse Guaidó em um vídeo divulgado pelo Twitter.


EFE/ Miguel Gutiérrez
Juan Guaidó | EFE/ Miguel Gutiérrez

"Esperamos que a entrada não seja impedida por cúmplices do usurpador", acrescentou Guaidó, citando de forma indireta o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Vários caminhões com ajuda humanitária chegaram ontem à cidade colombiana de Cúcuta, que faz fronteira com o estado venezuelano de Táchira. Guaidó chamou o apoio de "histórico" e afirmou que os produtos serão entregues às pessoas em situação mais vulnerável.

Além disso, o autoproclamado presidente interino agradeceu o apoio das democracias do mundo que colaboraram com a ajuda e destacou o apoio da Colômbia, dos Estados Unidos e dos países da coalizão "Liberdade da Venezuela".

"Essa ajuda não será e nem pode ser isolada. Entrará no nosso país de forma constante através do que chamados de 'corredor humanitário'", disse Guaidó, sem esclarecer como isso será feito.

A oposição, que não reconhece a legitimidade do novo mandato de Maduro, que tomou posse no último dia 10 de janeiro, afirma que a Venezuela sofre com uma crise humanitária e pediu ajuda à comunidade internacional para lidar com a situação.

Mas Maduro nega a existência da crise e alega que a entrada da ajuda humanitária poderia abrir caminho para uma intervenção armada para tirar o chavismo do poder.

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