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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
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Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Guterres: ONU quer trazer oposição e governo venezuelanos para 'sérias negociações'

A Organização das Nações Unidas está disposta a reunir o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o líder da oposição, Juan Guaidó para "negociações sérias", disse o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres durante uma coletiva de imprensa realizada às margens da 32ª Cúpula da União Africana em 10 de fevereiro.


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"Consideramos que as Nações Unidas e eu, oferecemos nossos bons ofícios a ambas as partes a pedido de negociação, uma séria negociação capaz de tirar o país do atual impasse", disse Guterres em referência à crise de liderança da Venezuela.


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Secretário-geral da ONU, Antônio Guterres | Reprodução

A declaração vem depois que Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional liderada pela oposição venezuelana, que vem desafiando a presidência de Maduro, acolheu a ajuda humanitária do exterior. A oposição venezuelana anunciou seus planos de realizar uma conferência internacional para atrair ajuda humanitária à Venezuela em Washington em 14 de fevereiro.

Por sua vez, o governo venezuelano afirmou que o país não experimenta uma crise humanitária, com o presidente Nicolás Maduro, que culpa Washington por organizar um golpe de Estado na Venezuela, tendo classificado a assistência dos EUA como um "show político".

A situação política na Venezuela se agravou após 23 de janeiro, quando Guaidó se declarou o presidente interino do país e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, Canadá e outros aliados dos EUA.

Rússia, México, China, Turquia, Uruguai e vários outros países se manifestaram reafirmando apoio a Maduro como o único legítimo chefe de Estado democraticamente eleito do país.

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