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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Guterres: ONU quer trazer oposição e governo venezuelanos para 'sérias negociações'

A Organização das Nações Unidas está disposta a reunir o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o líder da oposição, Juan Guaidó para "negociações sérias", disse o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres durante uma coletiva de imprensa realizada às margens da 32ª Cúpula da União Africana em 10 de fevereiro.


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"Consideramos que as Nações Unidas e eu, oferecemos nossos bons ofícios a ambas as partes a pedido de negociação, uma séria negociação capaz de tirar o país do atual impasse", disse Guterres em referência à crise de liderança da Venezuela.


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Secretário-geral da ONU, Antônio Guterres | Reprodução

A declaração vem depois que Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional liderada pela oposição venezuelana, que vem desafiando a presidência de Maduro, acolheu a ajuda humanitária do exterior. A oposição venezuelana anunciou seus planos de realizar uma conferência internacional para atrair ajuda humanitária à Venezuela em Washington em 14 de fevereiro.

Por sua vez, o governo venezuelano afirmou que o país não experimenta uma crise humanitária, com o presidente Nicolás Maduro, que culpa Washington por organizar um golpe de Estado na Venezuela, tendo classificado a assistência dos EUA como um "show político".

A situação política na Venezuela se agravou após 23 de janeiro, quando Guaidó se declarou o presidente interino do país e foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, Canadá e outros aliados dos EUA.

Rússia, México, China, Turquia, Uruguai e vários outros países se manifestaram reafirmando apoio a Maduro como o único legítimo chefe de Estado democraticamente eleito do país.

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