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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Índia caminha para ser o maior parceiro petrolífero da Venezuela graças aos EUA

As importações da Índia de petróleo venezuelano aumentaram 66% na primeira quinzena de fevereiro para 620 mil barris por dia. O país asiático impulsionou suas compras da nação caribenha depois que os EUA pararam as remessas de Caracas.


Sputnik

As refinarias indianas Reliance Industries e Nayara Energy estão impulsionando o aumento de importação. A Venezuela enviou o seu ministro do petróleo, Manuel Quevedo, à Índia para convencer os refinadores a dobrarem suas compras de petróleo.


Extração de petróleo
CC0 / Pixabay

"Estamos vendendo mais de 300 mil barris por dia a compradores indianos", declarou Quevedo na segunda-feira em Nova Déli, acrescentando: "Queremos dobrar essa quantia".

Dois grandes petroleiros partiram na segunda-feira do terminal Jose, da Venezuela, carregando cargas para os portos indianos.

A nação sul-americana, que tem os maiores recursos petrolíferos do mundo, voltou o seu foco para seu segundo maior consumidor, a Índia, desde que os EUA impuseram sanções contra a petrolífera estatal venezuelana PDVSA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou sanções em 28 de janeiro, destinadas a reduzir o apoio financeiro ao presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Como resultado, as exportações de petróleo venezuelano caíram para 1,12 milhão de barris diários na primeira quinzena de fevereiro, queda de 9,2% em comparação com o mesmo período de janeiro.

Segundo dados do Refinitiv Eikon, a Venezuela exportava cerca de 1,4 milhão de barris nos meses que antecederam as sanções.

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