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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Índia caminha para ser o maior parceiro petrolífero da Venezuela graças aos EUA

As importações da Índia de petróleo venezuelano aumentaram 66% na primeira quinzena de fevereiro para 620 mil barris por dia. O país asiático impulsionou suas compras da nação caribenha depois que os EUA pararam as remessas de Caracas.


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As refinarias indianas Reliance Industries e Nayara Energy estão impulsionando o aumento de importação. A Venezuela enviou o seu ministro do petróleo, Manuel Quevedo, à Índia para convencer os refinadores a dobrarem suas compras de petróleo.


Extração de petróleo
CC0 / Pixabay

"Estamos vendendo mais de 300 mil barris por dia a compradores indianos", declarou Quevedo na segunda-feira em Nova Déli, acrescentando: "Queremos dobrar essa quantia".

Dois grandes petroleiros partiram na segunda-feira do terminal Jose, da Venezuela, carregando cargas para os portos indianos.

A nação sul-americana, que tem os maiores recursos petrolíferos do mundo, voltou o seu foco para seu segundo maior consumidor, a Índia, desde que os EUA impuseram sanções contra a petrolífera estatal venezuelana PDVSA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou sanções em 28 de janeiro, destinadas a reduzir o apoio financeiro ao presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Como resultado, as exportações de petróleo venezuelano caíram para 1,12 milhão de barris diários na primeira quinzena de fevereiro, queda de 9,2% em comparação com o mesmo período de janeiro.

Segundo dados do Refinitiv Eikon, a Venezuela exportava cerca de 1,4 milhão de barris nos meses que antecederam as sanções.

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