Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Israel e árabes estão unidos para avançar em guerra contra o Irã, diz Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou nesta quarta-feira uma reunião que teve com o ministro de Relações Exteriores de Omã, afirmando que ela representa a união dos interesses israelenses e árabes em uma guerra contra o Irã.


Sputnik

"O que é importante nesta reunião - e esta reunião não é secreta, porque são muitas - é que esta é uma reunião aberta com representantes dos principais países árabes, que estão sentados juntos com Israel para fazer avançar a interesse de guerra com o Irã", declarou.


Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na reunião semanal de gabinete em Jerusalém, 16 de setembro de 2018
Benjamin Netanyahu © AP Photo / Sebastian Scheiner

A afirmação foi feita por Netanyahu em Varsóvia, na Polônia, que é palco da Reunião Ministerial para Promover um Futuro de Paz e Segurança no Oriente Médio, depois do seu encontro com o chanceler de Omã, Yusuf bin Alawi bin Abdullah.

"A partir daqui, vou a uma reunião com 60 ministros de Relações Exteriores e enviados de países de todo o mundo contra o Irã", acrescentou o primeiro-ministro israelense, que adiantou que o seu foco no presente é expulsar o Irã da Síria.

O governo de Tel Aviv vem fazendo nos últimos anos movimentos de aproximação com antigos rivais árabes no Oriente Médio, como a Arábia Saudita, em prol de um discurso anti-Irã na região. A movimentação conta com o apoio da política externa dos Estados Unidos.

Nesta semana, durante as celebrações do 40º aniversário da Revolução Islâmica no Irã, Netanyahu alertou que a comemoração "poderia ser a última" do atual governo de Teerã, em uma afirmação que foi interpretada como uma nova ameaça pelos persas.

Do lado iraniano, a afirmação desta quarta-feira do líder israelense foi tratada com ironia, como mostra uma postagem no Twitter do ministro de Relações Exteriores da República Islâmica, Mohammad Javad Zarif.

"Nós sempre soubemos das ilusões de Netanyahu. Agora, o mundo - e os que participam do [Circo de Varsóvia] - também sabem", escreveu.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas