Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Itália veta reconhecimento da UE em prol de Guaidó, diz fonte diplomática

A Itália teria vetado a declaração da União Europeia de reconhecimento do presidente da Assembleia Nacional bolivariana, Juan Guaidó, como presidente interino do país.


Sputnik

Roma, todavia, não confirmou as informações oferecidas pela fonte à Sputnik, que surgem um pouco depois de o ex-chanceler italiano, Manlio Di Stefano, ter dito que a Itália não reconhece o líder da oposição bolivariana como presidente interino da nação.


Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó
Juan Guaidó © REUTERS / Manaure Quintero

"De acordo com uma informação que tenho, a Itália, em uma reunião informal dos ministros das Relações Exteriores dos países-membros da UE de 31 de janeiro a 1º de fevereiro em Bucareste, vetou uma declaração em benefício da União Europeia, que deveria ser feita pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, que disse que a UE reconheceria Guaidó se novas eleições presidenciais não forem organizadas", revelou uma fonte diplomática à Sputnik.

Além do mais, de acordo com a fonte, foi anunciado que a União Europeia, juntamente com o Uruguai, planeja organizar o primeiro encontro ministerial de proporção internacional para discutir a situação venezuelana no dia 7 de fevereiro em Montevidéu.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países-membros, que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição.

Seis dias antes, a Alemanha, a França, a Espanha, o Reino Unido e a Holanda prometeram reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela se novas eleições não forem anunciadas no país em um prazo de oito dias a partir de 26 de janeiro.

Não só os EUA e a União Europeia apoiam Guaidó, mas também uma série de países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram apoio à oposição venezuelana. Ao lado de Nicolás Maduro estão diversos países, dentre eles a Rússia e a China.

Em 23 de janeiro, o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais nas ruas de Caracas.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas