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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Kremlin: imposição de quaisquer soluções é interferência direta nos assuntos da Venezuela

O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, declarou que o desejo de legitimar a tentativa de usurpar o poder na Venezuela é uma interferência direta nos assuntos do país, que não contribui para a solução efetiva e pacífica da crise.


Sputnik

"Qualquer solução para a crise política interna da Venezuela só é possível pelos próprios venezuelanos. A imposição de soluções ou legitimar a tentativa de usurpar o poder é, em nossa opinião, tanto uma interferência direta quanto indireta nos assuntos internos da Venezuela", disse Peskov.


Manifestantes entram em conflito com a polícia durante manifestação para exigir um referendo para destituir o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas, 1º de setembro de 2016
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

O comunicado do porta-voz russo a repórteres foi feito enquanto comentava o reconhecimento pelos países da União Europeia de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Segundo o representante do Kremlin, essa interferência "não contribui de forma alguma para uma solução pacífica, eficaz e viável da crise vivida pelos venezuelanos, que […] devem ultrapassar sozinhos a crise".

Na segunda-feira (4), o premiê da Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu o líder oposicionista do país caribenho. Logo após a declaração espanhola, a França, a Suécia, a Áustria, a Dinamarca, a Alemanha, a Holanda e o Reino Unido também reconheceram Guaidó.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países-membros, que se juntassem ao reconhecimento do líder da oposição.

Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, autoproclamou-se chefe de Estado interino no dia 23 de janeiro, o que ocasionou uma série de manifestações e crise no país.

Os EUA e vários outros países anunciaram o reconhecimento de Guaidó e exigiram que o reeleito presidente venezuelano Nicolás Maduro não permitisse o uso da força contra a oposição. Para o líder venezuelano, Washington está arquitetando um golpe de Estado em Caracas.

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