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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Maduro acusa EUA de fabricarem crise na Venezuela para lançar guerra na América do Sul

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro acusou as autoridades americanas de quererem iniciar uma guerra na América do Sul.


Sputnik

"Tudo o que o governo dos EUA faz está condenado ao fracasso. Eles estão tentando fabricar uma crise para justificar a escalada política e a intervenção militar na Venezuela, a fim de trazer a guerra à América do Sul", disse Maduro em uma entrevista ao canal americano ABC News.


Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
Nicolás Maduro | Juan Barreto/AFP

Segundo Maduro, os EUA querem se apoderar do petróleo venezuelano e "estão dispostos a entrar em guerra por esse petróleo".

"O governo extremista da Ku Klux Klan dirigido por Donald Trump quer a guerra por causa do petróleo e não só por causa do petróleo", disse ele, descrevendo a Venezuela como um "país pacifista e humilde" e sublinhando que está pronto para um diálogo direto com o governo americano.

A tensão política na Venezuela aumentou desde que em 23 de janeiro o líder da oposição Juan Guaidó se declarou presidente interino do país.

Os EUA e vários países da Europa e América Latina, inclusive o Brasil, reconheceram Guaidó como presidente interino do país. Rússia, China, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Turquia, México, Irã e muitos outros países manifestaram seu apoio a Maduro como presidente legítimo do país e exigiram que os outros países respeitem o princípio de não interferência nos assuntos internos do país latino-americano.

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