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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Maduro diz que premiê espanhol terá mãos 'cheias de sangue' se Venezuela for invadida

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez ficará com as mãos "cheias de sangue" se uma intervenção militar na Venezuela se concretizar e chamou-o de covarde por reconhecer o opositor Guaidó como presidente interino da Venezuela.


Sputnik

"Eu digo ao Senhor Pedro Sánchez, Deus nos livre, mas se algum dia for realizado um golpe de Estado, se algum dia ocorrer uma intervenção militar gringa, suas mãos, senhor Pedro Sánchez, ficarão cheias de sangue, como ficaram as mãos de José María Aznar (1994 — 2004), na guerra do Iraque", afirmou Nicolás Maduro em um ato militar no estado venezuelano de Aragua.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
Nicolás Maduro © Sputnik / Sergey Guneev

Hoje (4), uma série de países europeus, inclusive Espanha, França, Suécia, Áustria, Alemanha, Reino Unido e Portugal, reconheceram Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. O ministro das Relações Exteriores espanhol, Josep Borrell, declarou que a UE em geral e, particularmente, a Espanha excluem a possibilidade de intervenção militar para resolução da crise venezuelana.

A Venezuela entrou em uma nova espiral de tensão após a posse do presidente Nicolás Maduro em 10 de janeiro para o segundo mandato. No dia 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela, acusando Maduro de usurpar o cargo.

Além dos países europeus, os EUA e vários países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram seu apoio a Guaidó e à oposição venezuelana. Nicolás Maduro recebeu apoio da Rússia, Cuba, México, Bolívia, Nicarágua, Turquia, Irã e de muitos outros países.

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