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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Mídia japonesa aponta lugar ideal na Rússia para implantar mísseis dos EUA

As quatro ilhas russas no arquipélago das Curilas, reivindicadas pelo Japão, seriam os lugares ideais para implantar mísseis norte-americanos, reporta o Japan Business Press (JBP), ressaltando que a instalação de sistemas de defesa aérea nas ilhas fortaleceria a defesa dos EUA e do Japão contra os mísseis balísticos da Coreia do Norte.


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publicação afirma que, para aumentar as chances de derrubar um míssil balístico, é preciso atacá-lo no estágio inicial depois do seu lançamento — mesmo antes da separação das ogivas. Portanto, o local mais adequado para o posicionamento é a ilha russa de Iturup.

Tanque IS-2 na ilha Shikotan, a maior ilha da cadeia das ilhas Curilas
Tanque IS-2 na Ilha Shikotan, a maior entre as Ilhas Curilas © Sputnik / Andrei Shapran

Ainda segundo o JBP, a ilha Iturup precisaria ser integrada ao sistema norte-americano de defesa antiaérea para combater não apenas os mísseis balísticos intercontinentais norte-coreanos, mas também para proteger a Europa de ataques do Irã.

O Japão se recusa a considerar as quatro ilhas russas como parte do arquipélago das Curilas e admite que a Rússia, tendo essas ilhas como parte de seu território, controla o estreito de Vries, que dá acesso ao mar alto.

"Se a Rússia entregar as quatro ilhas, ou mesmo apenas três, com exceção de Iturup, é provável que o Japão e os EUA bloqueiem o estreito de Vries", prevê a edição.

Além disso, o JBP pressupõe que os sistemas de defesa antiaérea dos EUA implantados nessas ilhas permitiriam rastrear mais rapidamente os lançamentos de mísseis russos a partir do mar de Okhotsk.

"Para a Rússia, o mar de Okhotsk é uma área sagrada dos seus submarinos estratégicos, por isso esta região é patrulhada por numerosos navios e estão implantados mísseis antinavio nas ilhas Curilas. No entanto, se as forças nipo-americanas aparecerem nas ilhas, caso estas sejam entregues [a Tóquio], surgirá uma brecha na linha de defesa que protege os submarinos", escreve o autor do artigo.

O jornal também enfatiza que é improvável que Moscou queira entregar as ilhas a Tóquio, já que as Curilas do Sul possuem um valor militar extremamente importante para a Rússia. Portanto, os diplomatas japoneses que estão negociando essa questão devem estar bem conscientes do que essas ilhas significam para Moscou e, com base nisso, estabelecer um diálogo.

A Rússia e o Japão não conseguiram chegar a um acordo de paz após o fim da 2ª Guerra Mundial, principalmente devido à disputa sobre as ilhas Curilas, agora governadas por Moscou, que as considera parte inalienável do território do país.

Em 1956, a União Soviética e o Japão assinaram uma Declaração Conjunta, na qual Moscou concordou em considerar a possibilidade de transferir Habomai e Shikotan na sequência da conclusão da paz — o destino de Kunashir e Iturup não seria afetado. O governo soviético esperava que o documento pusesse fim à disputa, mas o Japão via isso como apenas parte da solução do problema. Negociações subsequentes não resultaram em sucesso.

Em novembro de 2018, depois da reunião entre o presidente russo Vladimir Putin e o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, em Singapura, as duas partes anunciaram uma aceleração no processo de negociação do tratado de paz e das Curilas baseado na declaração de 1956, assinada pelo Japão e URSS.

As negociações são complicadas pelo fato de Tóquio apoiar as sanções contra a Rússia.


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