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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Militares reforçam fronteira entre Venezuela e Brasil, diz deputado opositor

O deputado opositor Angel Medina afirmou na sexta-feira que o governo venezuelano reforçou a presença militar na fronteira com o Brasil, país que pode ser um centro de coleta de ajuda humanitária solicitada pelo Parlamento e que o presidente Nicolás Maduro se nega a aceitar.


EFE

Caracas - "Eles reforçaram a presença militar na fronteira com o Brasil. Limitam o tráfego e realizam buscas detalhadas em veículos, buscando ajuda humanitária", disse no Twitter, especificando que a presença militar foi reforçada na estrada de Santa Elena de Uairen, no estado venezuelano de Bolívar, no sul do país.


O deputado opositor venezuelano Angel Medina. EFE/Cristian Hernández
O deputado opositor venezuelano Angel Medina. EFE/Cristian Hernández

Em meio à crise venezuelana e que ocasionou a escassez de medicamentos e alimentos, o Parlamento venezuelano, presidido pelo opositor Juan Guaidó, solicitou no mês passado a ajuda humanitária.

O líder opositor - que se autoproclamou presidente encarregado da Venezuela por considerar que Maduro "usurpa" o poder ao vencer as eleições classificadas de "fraudulentas"- anunciou na semana passada, que em Cúcuta (Colômbia), Brasil e uma ilha do Caribe seriam os centros de coleta para esta ajuda.

Após esse anúncio, na última quarta-feira, o governo de Porto Rico enviou um carregamento de ajuda humanitária à Venezuela.

Nesse mesmo dia, o deputado Franklyn Duarte fez uma queixa semelhante a Medina, mas no estado de Táchira, na fronteira com a Colômbia, para garantir que houvesse um bloqueio na ponte Tienditas, uma infraestrutura sem inauguração que liga Cúcuta com a cidade venezuelana de Ureña e para o qual a entrada da ajuda foi antecipada.

Mas hoje, o governo venezuelano disse que os obstáculos nessa ponte não são novos ao lembrar que a infraestrutura não foi inaugurada, enquanto Maduro reiterou sua recusa em aceitar a ajuda humanitária por considerá-la "esmola" e "humilhação".

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