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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ministro espanhol nega posicionamento unânime da União Europeia sobre Guaidó

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, negou nesta segunda-feira que a União Europeia (UE) emitirá um comunicado unânime sobre o reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, mas que está sendo elaborada uma declaração à qual alguns países tem aderido.


EFE

Bruxelas - "A declaração comum, por enquanto, claramente não acontecerá. Há alguns que ainda se opõem", disse Borell, que não quis dar mais detalhes à imprensa sobre como a Espanha efetivará o reconhecimento de Guaidó anunciado hoje pelo presidente do governo, Pedro Sánchez.


EFE/ Fernando Villar
EFE/ Fernando Villar

O chefe da diplomacia espanhola afirmou que o país está "trabalhando para construir uma declaração conjunta de mais países" em linha com a posição manifestada hoje pela Espanha, da mesma forma que outros países europeus, após ter expirado o prazo de oito dias dado a Nicolás Maduro para que convocasse eleições ou, caso contrário, Guaidó fosse reconhecido como presidente interino.

Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Áustria, Portugal e Dinamarca reconheceram nesta segunda-feira o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como presidente do país até a convocação de novas eleições.

Na quinta-feira e na sexta-feira da semana passada, durante uma reunião informal dos ministros das Relações Exteriores em Bucareste, ficou evidente a rejeição de Estados-membros como Itália e Grécia.

"Já expirou o prazo para que todos digam o que tenham a dizer e, caso não possa haver uma declaração comum, que certamente não haverá, além da que já foi feita na sexta-feira, há muitos países que podem apoiar a declaração do presidente do governo espanhol e de outros países", afirmou Borrell.

O ministro espanhol, que compareceu em Bruxelas a uma reunião com a Liga Árabe, não quis entrar em detalhes sobre como a Espanha efetuará o reconhecimento oficial de Guaidó.

"Vamos analisar os próximos passos a partir dos próximos dias. Hoje vocês já escutaram as declarações do presidente do governo", comentou.

Questionado sobre a possibilidade de retirar o credenciamento em Madri do atual embaixador venezuelano, Borrell respondeu que o assunto aindaserá debatido.

"Vamos ver nos próximos dias. Hoje, a declaração do presidente é tudo o que temos a dizer. Seguirão mais eventos nos próximos dias", resumiu.

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