Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Ministro espanhol nega posicionamento unânime da União Europeia sobre Guaidó

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, negou nesta segunda-feira que a União Europeia (UE) emitirá um comunicado unânime sobre o reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, mas que está sendo elaborada uma declaração à qual alguns países tem aderido.


EFE

Bruxelas - "A declaração comum, por enquanto, claramente não acontecerá. Há alguns que ainda se opõem", disse Borell, que não quis dar mais detalhes à imprensa sobre como a Espanha efetivará o reconhecimento de Guaidó anunciado hoje pelo presidente do governo, Pedro Sánchez.


EFE/ Fernando Villar
EFE/ Fernando Villar

O chefe da diplomacia espanhola afirmou que o país está "trabalhando para construir uma declaração conjunta de mais países" em linha com a posição manifestada hoje pela Espanha, da mesma forma que outros países europeus, após ter expirado o prazo de oito dias dado a Nicolás Maduro para que convocasse eleições ou, caso contrário, Guaidó fosse reconhecido como presidente interino.

Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Áustria, Portugal e Dinamarca reconheceram nesta segunda-feira o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como presidente do país até a convocação de novas eleições.

Na quinta-feira e na sexta-feira da semana passada, durante uma reunião informal dos ministros das Relações Exteriores em Bucareste, ficou evidente a rejeição de Estados-membros como Itália e Grécia.

"Já expirou o prazo para que todos digam o que tenham a dizer e, caso não possa haver uma declaração comum, que certamente não haverá, além da que já foi feita na sexta-feira, há muitos países que podem apoiar a declaração do presidente do governo espanhol e de outros países", afirmou Borrell.

O ministro espanhol, que compareceu em Bruxelas a uma reunião com a Liga Árabe, não quis entrar em detalhes sobre como a Espanha efetuará o reconhecimento oficial de Guaidó.

"Vamos analisar os próximos passos a partir dos próximos dias. Hoje vocês já escutaram as declarações do presidente do governo", comentou.

Questionado sobre a possibilidade de retirar o credenciamento em Madri do atual embaixador venezuelano, Borrell respondeu que o assunto aindaserá debatido.

"Vamos ver nos próximos dias. Hoje, a declaração do presidente é tudo o que temos a dizer. Seguirão mais eventos nos próximos dias", resumiu.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas