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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Mourão diz que guerra civil na Venezuela é 'cenário possível'

Vice-presidente brasileiro deu declaração sobre crise no país vizinho à GloboNews. Mourão também afirmou que presença de cubanos dificulta rompimento dos militares venezuelanos com Maduro.


Por G1

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou na noite desta quarta-feira (27) que uma guerra civil na Venezuela é um 'cenário possível. Ele deu a declaração ao ser questionado sobre a crise no país vizinho, em entrevista ao "Jornal das Dez", da GloboNews.

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Mourão comenta riscos de guerra civil na Venezuela

Mourão disse que a situação pode ser considerada, diante da manutenção do regime de Nicolás Maduro no poder. "O cenário da guerra civil é um cenário possível, pela situação que o país vive", afirmou.

O vice-presidente brasileiro relacionou a crise também à presença de "20 mil a 60 mil" cubanos colocados por Maduro em setores de inteligência e segurança da Venezuela, o que Mourão chamou de "força estranha".

Assista à integra da entrevista

Segundo Mourão, a presença dos cubanos é uma forma de ameaça e dificulta o rompimento da ala militar com Maduro ou da adesão ao movimento do líder da oposição e presidente interino autoproclamado, Juan Guaidó.

"O que eu chamo de força estranha? São os cubanos", comentou Mourão. "Os cubanos detêm o controle de todos os setores de Inteligência na Venezuela. Existe medo. 'Medo', foi essa a palavra que foi dita pelo presidente Guaidó".

Desde o fechamento da fronteira do Brasil com a Venezuela em Roraima, há uma semana, 12 integrantes da Guarda Nacional Bolivariana desertaram, cruzaram o bloqueio e pediram refúgio no território brasileiro.


Guaidó no Brasil

O presidente interino autoproclamado da Venezuela chegou na madrugada desta quinta-feira (28) ao Brasil. Ele desembarca em Brasília para um encontro informal com o presidente Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

Mourão afirmou que vê a visita de Guaidó como estratégica para o reconhecimento do líder opositor diante dos venezuelanos. "Quer mostrar ao povo venezuelano que está sendo recebido pelo presidente da República do Brasil, um país limítrofe por quem os venezuelanos têm um carinho especial. Quera dar mensagem de que é reconhecido", disse Mourão.

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