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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Mourão: EUA não poderão usar território brasileiro em eventual intervenção na Venezuela

O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (25) logo após deixar a reunião do Grupo de Lima que o Brasil não vai permitir que os Estados Unidos usem o território brasileiro em uma eventual intervenção militar na Venezuela.


Sputnik

"Qualquer presença militar estrangeira dentro do território nacional tem que ser autorizada pelo Congresso Nacional. E o governo é contrário a essa posição", respondeu Mourão ao ser perguntado sobre o assunto durante uma entrevista à GloboNews.


O vice-presidente Hamilton Mourão.
Hamilton Mourão © AP Photo / Andre Penner

Durante reunião do Grupo de Lima na Colômbia, Mourão disse que acredita que a Venezuela pode retornar ao “convívio democrático” sem que para isso seja necessária a adoção de medidas extremas, ao mesmo tempo que reiterou o compromisso do Brasil com a paz no Hemisfério Ocidental.

“O Brasil acredita firmemente que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas sem qualquer medida extrema”, afirmou Mourão ao Grupo de Lima.

Em publicações em sua conta no Twitter, Mourão também defendeu uma solução pacífica para a crise venezuelana “sem aventuras”.

“Vamos manter a linha de não intervenção, acreditando na pressão diplomática e econômica internacional para buscar uma solução pacífica. Sem aventuras. Condenamos o regime de Nicolás Maduro e estamos indignados com a violência contra a população venezuelana”, escreveu o vice.

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