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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

'Não é hora de diálogo, é hora de ação', diz Mike Pence sobre a Venezuela

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse durante discurso, nesta sexta-feira (1), que a atual situação na Venezuela requer mais ação e menos diálogo.


Sputnik

"Essa não é a hora de diálogo, é hora da ação", disse Pence durante um encontro com exilados venezuelanos em Miami.


O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, gesticula durante o evento de criação da Força Espacial dos EUA.
Mike Pence © AP Photo / Evan Vucci

Ele acrescentou que Washington está trabalhando em direção a uma "transição pacífica" no país sul-americano.

A Venezuela vive uma crise política cuja pressão cresceu após o líder da oposição, Juan Guaidó, autoproclamar-se presidente interino do país, em 23 de janeiro.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reeleito em 2018, acusou os EUA de orquestrar um golpe contra seu governo após os norte-americanos, ao lado de alguns de seus aliados, como Argentina, Colômbia e Brasil, reconhecerem Guaidó como presidente interino.

Por outro lado, México, Rússia, China, Turquia, Uruguai e outros países mantiveram apoio ao presidente Nicolás Maduro.

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