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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Navios norte-americanos voltam a navegar pelo estreito estratégico de Taiwan

Um destróier de mísseis e um navio de carga da Marinha norte-americana atravessaram nesta segunda-feira (25) o estreito de Taiwan, enviando um sinal a Pequim de que os EUA continuarão apoiando Taiwan apesar das ameaças recentes do governo chinês, segundo o canal Fox News.


Sputnik

"O USS Stethem (DDG 63) e o USNS Cesar Chavez (T-AKE-14) realizaram uma passagem de rotina através do estreito de Taiwan em 25 de fevereiro, em conformidade com o direito internacional. A passagem dos navios através do estreito de Taiwan demonstra o compromisso dos EUA com um Indo-Pacífico livre e aberto", disse o porta-voz da Frota do Pacífico dos EUA, Tim Gorman, citado pelo portal USNI News.


O destróier norte-americano USS Stethem da classe Arleigh Burke ultrapassando águas da península Coreana durante os treinamentos conjuntos com a Coreia do Sul, em 22 de março de 2017
USS Stethem (DDG 63) © REUTERS / Marinha dos EUA

Segundo o porta-voz, a Marinha dos EUA "continuará navegando, voando e operando em qualquer lugar que o direito internacional permita". É a quarta vez nos últimos cinco meses que navios estadunidenses passam pelo estreito.

Mesmo que as embarcações dos EUA naveguem pelo estreito (que separa a China continental da sua província separatista) sem realizar exercícios militares, o que é permitido pelo direito internacional, Pequim insiste que os navios de guerra de outros países peçam autorização e notifiquem com antecedência as autoridades chinesas sobre a passagem por suas águas territoriais.

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