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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Guaidó vai propor a países "todas as opções" para libertar a Venezuela

O chefe do Parlamento, Juan Guaidó, que se proclamou presidente encarregado da Venezuela há um mês, disse em mensagem no Twitter neste sábado que em relação aos eventos ocorridos no seu país proporá formalmente à comunidade internacional "todas as opções" para libertar sua pátria.


EFE

Caracas - Guaidó divulgou sua mensagem após os distúrbios ocorridos nas fronteiras da Venezuela por onde se esperava que entrasse a ajuda humanitária estocada no Brasil e na Colômbia e que foi bloqueada por funcionários do Governo de Nicolás Maduro.


Confrontos na fronteira com o Brasil. EFE/Joédson Alves
Confrontos na fronteira com o Brasil. EFE/Joédson Alves

O líder opositor, que se encontra na cidade colombiana de Cúcuta desde ontem, lembrou que na segunda-feira irá à reunião do Grupo de Lima - integrado a princípio por 14 países do continente americano - que será realizada em Bogotá.

Além disso, disse que continuará ordenando "ações dentro do país", devido a que, disse, "a pressão interna e externa são fundamentais para a libertação".

O opositor informou também que teve uma reunião com os militares que hoje desertaram da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) e buscaram refúgio na Colômbia, e disse que os funcionários lhe reiteraram que dentro do corpo militar o que há é "medo, necessidade e falta de respeito".

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