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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Pompeo não descarta possibilidade de operação militar na Venezuela

Além de ter chamado o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de "o pior dos tiranos", o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, não descartou a possibilidade de uma operação militar no país latino-americano.


Sputnik


Ao responder a pergunta sobre as chances de uma ação militar no país latino-americano, Pompeo afirmou durante entrevista à Fox News, no domingo (24), que "todas as opções estão sendo consideradas".


Mike Pompeo, diretor da CIA
Mike Pompeo © AFP 2018 / Jim Watson

"Faremos tudo o que for necessário para garantir que o povo venezuelano possa expressar suas opiniões, para que a democracia reine e haja um futuro melhor para o povo da Venezuela."

"[Maduro] é o pior dos piores tiranos, e acho que o povo venezuelano vê isso", continuou o secretário de Estado dos EUA, adicionando que Washington já está tomando medidas para ajudar Caracas.

No dia 23 de fevereiro, a oposição venezuelana tentou entregar ajuda humanitária ao país, o que não foi aceito pelo governo do chefe de Estado legítimo, Maduro. O presidente anunciou o fechamento da fronteira terrestre com o Brasil e o fechamento temporário de três pontes na fronteira com a Colômbia.

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, havia dito anteriormente que, no âmbito do direito humanitário internacional, a ajuda humanitária é prestada em caso de catástrofes naturais, conflitos armados e guerra.

Seguindo essa lógica, ela acredita que as alegações sobre a crise humanitária pretendem justificar a invasão da Venezuela, mas que o povo não permitirá essa ação.

A crise venezuelana se agravou ainda mais após o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, ter se autoproclamado chefe interino no dia 23 de janeiro. Os EUA e outros países, incluindo mais de 20 países europeus, reconheceram Guaidó, enquanto a Rússia, China e outros países apoiam Maduro como presidente legítimo da Venezuela.

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