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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Presidente do Conselho Europeu apoia expansão da OTAN no Mar Negro

O Presidente romeno do Conselho da União Europeia defendeu o aumento da presença da OTAN no mar Negro durante a Conferência de Segurança realizada em Munique, Alemanha.


Sputnik

"Enquanto os europeus aplicam as decisões sobre sanções e devem continuar a fazê-lo estritamente, a OTAN deve reforçar ainda mais sua postura de dissuasão e defesa no flanco oriental. É por isso que a Romênia apoiou a coesão reforçada no flanco leste entre suas partes norte e sul. A região, onde o ambiente de segurança é cada vez mais desafiador como vimos recentemente, precisa de mais presença da OTAN", disse Klaus Iohanni na Conferência de Segurança de Munique.


USS Carter Hall, a dock landing ship of the United States Navy, sets sail in the Bosphorus, on its way to the Black Sea, in Istanbul, Turkey,
USS Carter Hall no Estreito de Bósforo, Turquia © REUTERS / Murad Sezer

Ele também enfatizou que a União Europeia não pode ignorar "desafios no flanco oriental".

O anúncio do presidente romeno abordou uma recente declaração do secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, que afirmou estar considerando a possibilidade de expandir a presença da aliança no Mar Negro. O objetivo é fornecer apoio adicional à Ucrânia na região.

A situação no Mar Negro se deteriorou depois que os barcos Berdyansk e Nikopol, da Ucrânia, e o rebocador Yany Kapu atravessaram ilegalmente a fronteira marítima russa, navegando em direção ao Estreito de Kerch. A Rússia apreendeu os navios e deteve 24 pessoas a bordo por não responderam à demanda para pararem. Após o incidente, um processo criminal sobre o cruzamento ilegal de fronteira foi aberto na Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o incidente foi uma provocação preparada pelo líder ucraniano Pyotr Poroshenko, pretexto para declarar lei marcial na Ucrânia.

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