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Irã desloca sistema russo de defesa S-300 para a costa do golfo Pérsico (VÍDEO)

Uma coluna de caminhões iranianos transportando vários sistemas anti-aéreos russos S-300 Favorit para a costa do golfo Pérsico foi capturada em vídeo por um motorista e postada no YouTube.
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O vídeo mostra como caminhões transportam partes dos sistemas antiaéreos e coincide com a escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irã com o envio de um grupo de combate naval dos EUA para a costa iranianas, relata Alarabiya.


Segundo o jornal russo Rossiyiskaya Gazeta, o envio dessas unidades do S-300 para a costa persa responde à crescente presença militar e naval dos Estados Unidos. O artigo também explica que as unidades não viajam sozinhas por via terrestre e fazem isso em caminhões para preservar sua vida útil e garantir a segurança durante a viagem.

Em 13 de maio, o comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Islâmica, Amir Ali Hajizadé, assegurou que o país persa estava pronto para atacar os Estados Unidos devido à presença do referido grupo naval na região.

Hajizadé…

Reino Unido confirma participação de suas tropas de combates terrestres na Síria

O Ministério da Defesa do Reino Unido admitiu que o Serviço Aéreo Especial (SAS, na sigla em inglês) esteve entre as forças especiais que combatem na Síria apesar da decisão parlamentar, informa a mídia local.


Sputnik

Em resposta a um pedido de liberdade de informação sobre a morte de um soldado da SAS, o sargento Matt Tonroe, que foi morto junto com dois soldados dos EUA na Síria em março do ano passado, a agência confirmou que as forças especiais britânicas participaram da guerra contra o grupo Daesh (organização terrorista proibida em vários países incluindo a Rússia), escrevem Tim Ripley e Richard Kerbaj, autores do artigo publicado no jornal The Times.


Consequências dos ataques aéreos na cidade síria de Idlib
Idlib, Síria © REUTERS / Ammar Abdullah

Vale destacar que, em dezembro de 2015, uma votação parlamentar só aprovou ataques aéreos, e foi dada a garantia governamental de que "não haveria tropas britânicas em operações de combate terrestre na Síria".

"As forças britânicas integradas em forças armadas de outras nações operam como se fossem pessoal da nação anfitriã, sob a cadeia de comando daquela nação", revelou o ministério.

Isso permite que as forças especiais britânicas trabalhem em estreita colaboração com o destacamento norte-americano Delta e com os SEALs — força especial da Marinha dos EUA que opera no mar, no ar e em terra — explica o artigo.

As tropas dos EUA operam na Síria como parte de uma coalizão internacional há cerca de cinco anos sem a permissão das autoridades sírias ou do Conselho de Segurança da ONU. Os Estados Unidos apoiaram, em particular, a milícia curda que controla os territórios a leste do Eufrates e se opõe ao governo sírio.

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