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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Rússia fornece à Venezuela medicamentos e equipamento médico, segundo fonte

A Rússia forneceu à Venezuela medicamentos e equipamento médico. O carregamento chegou nesta quarta-feira (20) ao aeroporto de Caracas, comunicou à Sputnik uma fonte da diplomacia russa.


Sputnik

"O carregamento [se encontra] no aeroporto de Caracas. Trata-se de um fornecimento de nossos medicamentos e equipamentos no âmbito da Organização Mundial de Saúde", comunicou o interlocutor da agência.


Equipe de resgate descarregando ajuda humanitária (foto de arquivo)
© Sputnik / Pavel Didenko

Nesta segunda-feira (18), o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que a Rússia iria enviar 300 toneladas de ajuda humanitária à Venezuela.

Na sexta-feira passada (15), o ministro da Saúde venezuelano, Carlos Humberto Alvarado González, comunicou que a ajuda humanitária composta por medicamentos provenientes dos países aliados, inclusive da Rússia, chegou à Venezuela.

A oposição da Venezuela insiste na abertura imediata de canais humanitários para a entrega da ajuda humanitária proveniente dos EUA, que está sendo concentrada na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, na área da ponte lacrada de Las Tienditas.

As autoridades venezuelanas dispensaram a ajuda humanitária americana, qualificando-a como "um show na fronteira".

O líder da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino, havia anunciado que em 23 de fevereiro a ajuda humanitária dos EUA entraria no país.

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