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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Soldados britânicos são proibidos de usar distintivo de caveira parecido com emblema nazista

O distintivo de caveira foi desenhado especialmente para o Serviço Aéreo Especial (SAS, na sigla em inglês) do Reino Unido e é usado nos capacetes e uniformes de militares britânicos.


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O SAS foi obrigado a parar de usar o distintivo da caveira em seus uniformes por ser parecido com o emblema da Cabeça da Morte (Totenkopf) usado pela Waffen-SS da Alemanha de Hitler, escreve o Daily Star.


sas soldier skull
Logotipo do Punisher | Reprodução

"O SAS é de assassinos profissionais — esse é o trabalho. O que tem de mais se eles usarem uma caveira no uniforme? Foi informado para nós que isso pode estar deixando outras unidades insatisfeitas por desrespeitar forças inimigas e por poder encorajar crimes de guerra em algumas tropas estrangeiras com quem o SAS trabalha tais como afegãs e iraquianas", de acordo com uma fonte militar, citada pelo jornal.

Vale destacar que o Serviço Aéreo Especial teria sido notificado da decisão depois que chefes do exército do Reino Unido visitaram o Esquadrão G no condado de Herefordshire. O ex-sargento Trevor Coult, que venceu a Cruz Militar no Iraque e atualmente comanda a organização For Our Veterans (Por Nossos Veteranos) caracterizou a decisão como "completamente ridícula".

"Ministério da Defesa deveria estar fazendo todo o possível para apoiar o SAS, ao invés de dizê-lo o que pode ou não vestir em operações. Isso é um absurdo e ridículo", afirmou Coult.

O crânio passa a ser usado por um soldado das forças especiais britânicas assim que ele mata pela primeira vez em operações militares; os distintivos começaram a ser usados enquanto as tropas britânicas estavam servindo com forças especiais dos EUA no Iraque.


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