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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Unicef anuncia desmobilização de 120 crianças-soldado no Sudão do Sul

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) anunciou nesta terça-feira a desmobilização de 120 crianças-soldado que lutavam na oposição armada do Sudão do Sul, no estado de Gbudwe.


EFE

Juba - Entre os desmilitarizados estão 48 meninas e um menino com menos de 10 anos, disse à Agência Efe a porta-voz de Unicef no Sudão do Sul, Helene Sandbu Ryeng.


Menino soldado no Congo em foto de 2007. EFE/Nicolas Postal
Menino soldado no Congo em foto de 2007. EFE/Nicolas Postal

"Ao todo, 120 crianças que estavam recrutadas no front da oposição armada em Gbudwe foram desmobilizadas, sendo assim 3 mil as crianças tiradas das fileiras desde o início da guerra no país, em 2013", disse ela.

Este é o terceiro grupo que deixa o alistamento nesse estado desde o ano passado. O primeiro foi em abril e o segundo, em agosto.

"Temos um longo caminho a seguir e isso proporcionará a devolução de 19 mil crianças para as famílias, pois até o momento ainda existem 16 mil recrutadas em todo o país", acrescentou a porta-voz.

Helene ressaltou que qualquer criança tirada do grupo armado "representa um regresso à infância e a sua recuperação para o futuro".

Conforme estipulado no acordo de paz assinado entre o governo e a oposição em 5 de agosto do ano passado, todas as partes concordaram em desmobilizar crianças-soldado incorporadas. Este pacto foi referendado em 5 de setembro na capital etíope, Adis Abeba, com intermediação da Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento da África Oriental (Igad).

O conflito no Sudão do Sul começou em dezembro de 2013, dois anos depois da independência do país do Sudão, quando o presidente, Salva Kiir, acusou o seu então vice-presidente e hoje líder opositor, Riek Machar, de orquestrar um golpe de Estado. Desde então, a violência causou pelo menos 10 mil mortes e 4 milhões de deslocamentos, de acordo com cálculos da ONU.

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