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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Venezuela: 'Secretariado da ONU decidiu que não deve fazer parte de nenhum grupo'

Secretário-geral confirmou contatos com representantes de várias iniciativas; embaixador da Guiné Equatorial, país que este mês preside o Conselho de Segurança, disse que tema não figura na agenda de trabalho de fevereiro.


ONU

O secretário-geral das Nações Unidas disse esta segunda-feira que “têm havido várias iniciativas de vários grupos de países” em relação à situação na Venezuela.


Secretário-geral fala a jornalistas na sede da ONU, by Foto ONU/Mark Garten

António Guterres declarou a jornalistas, em Nova Iorque, que esteve em contato com protagonistas de todas essas iniciativas, mas que o Secretariado da ONU decidiu não fazer parte de nenhuma delas.

Distúrbios

Ele acrescentou que o objetivo dessa posição é dar credibilidade à oferta contínua da ONU de bons ofícios para as partes envolvidas possam, a seu pedido, ajudar a encontrar uma solução política para a crise.

Em 29 de janeiro, o Conselho de Segurança discutiu a situação no país onde pelo menos 40 pessoas foram mortas em protestos envolvendo simpatizantes do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, e do presidente Nicolás Maduro.

Nessa sessão do Conselho, o Departamento dos Assuntos Políticos das Nações Unidas destacou que o diálogo e a cooperação são vitais para acabar com a crise.

Agenda

Antes da declaração de Guterres, a ONU News conversou, em Nova Iorque, com o embaixador da Guiné Equatorial junto à ONU. O diplomata falou das sessões do órgão marcadas para fevereiro, na qualidade de presidente rotativo neste período.

Questionado sobre possíveis debates sobre a Venezuela, Anatólio Ndong Mba declarou que o assunto não estava agendado, mas confirmou haver conversas em nível diplomático.

“Eu não posso ser específico, porque o tema da Venezuela não figura na agenda de trabalho deste mês de fevereiro. Não figura na agenda do Conselho de Segurança. Salvo que algum país, em algum momento, quiser propor. Mas então prefiro não comentar sobre a Venezuela. Vamos esperar. Sabendo perfeitamente que há iniciativas, do México, Uruguai, Nações Unidas. Então vamos ver que desenvolvimentos vão ter essas iniciativas e correntes que existem atualmente. Mas, como ainda não está contemplado na agenda de trabalho, prefiro não especificar.”

Mais de 850 manifestantes já foram detidos após os protestos na Venezuela incluindo dezenas de crianças, de acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU.

As Nações Unidas estimam ainda que 3 milhões de pessoas deixaram o país desde 2015, devido à crise política e econômica.

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