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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Washington pretende destruir a ordem constitucional na Venezuela, diz chancelaria russa

Os Estados Unidos estão fazendo seus melhores esforços para destruir a ordem constitucional e mudar o governo na Venezuela, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajárova.


Sputnik

"Vimos (…) os esforços de Washington e da administração [dos Estados Unidos] concentrados ao máximo na mudança de ordem constitucional na Venezuela", disse a diplomata ao canal de televisão Rossiya 1.


Manifestante joga bomba de gás lacrimogêneo de volta contra Guarda Nacional venezuelana durante protesto em Caracas, Venezuela, em 21 de janeiro de 2019
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Segundo Zajárova, no caso de uma guerra civil começar na Venezuela, o governo dos EUA terá que explicar ao seu povo e ao povo da América Latina "para onde os venezuelanos irão".

O representante do Ministério de Relações Exteriores da Rússia ressaltou que o fluxo migratório dos países latino-americanos, que preocupa tanto os EUA que está construindo um muro na fronteira com o México, "aumentará várias vezes" em caso de conflito na Venezuela.

A crise venezuelana se agravou em 23 de janeiro, depois que o presidente da Assembléia Nacional (Parlamento unicameral, com maioria de oposição), Juan Guaidó, proclamou-se presidente interino do país.

O chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que assumiu o segundo mandato em 10 de janeiro, descreveu a declaração de Guaidó como uma tentativa de golpe e culpou os EUA por orquestrá-la.

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