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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Abaixo-assinado pede à Casa Branca deportação de filha de Hugo Chávez dos EUA

Cerca de 30 mil pessoas já assinaram um abaixo-assinado que será enviado à Casa Branca para exigir a deportação dos Estados Unidos de María Gabriela Chávez, filha do ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez e delegada permanente do governo de Nicolás Maduro nas Nações Unidas, em Nova York.


EFE

Washington - "De acordo com a posição dos Estados Unidos sobre a Venezuela e a decisão de não reconhecer o regime de Maduro, o povo venezuelano pede respeitosamente a deportação de María Gabriela Chávez", diz o pedido publicado na plataforma "We The People", da Casa Branca.


Foto de arquivo de María Gabriela Chávez em 2013. EFE/Miguel Gutiérrez
Foto de arquivo de María Gabriela Chávez em 2013. EFE/Miguel Gutiérrez

A solicitação, criada no último domingo por uma pessoa que responde pela sigla J.P., precisa de 100 mil assinaturas para obter uma resposta oficial do governo americano.

O autor do pedido argumentou que a filha de Chávez "criticou abertamente a cultura e a democracia dos EUA enquanto está em território americano". "Ela representa um regime de narcotráfico e um estado terrorista", completou o solicitante.

Além disso, os signatários criticam María Gabriela por não ter participado de três das últimas cinco reuniões da Assembleia Geral da ONU, apesar de estar em Nova York exercendo "tarefas públicas".

Além disso, o abaixo-assinado pede que o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), ligado ao Departamento do Tesouro, para abrir uma investigação sobre a delegada venezuelana na ONU.

"Ela seria uma destinatária conhecida de grandes somas de dinheiro resultante da corrupção sistemática na Venezuela", afirmou o autor do pedido no texto de solicitação do abaixo-assinado.

Maduro, no poder desde 2013, tomou posse para seu segundo mandato no dia 10 de janeiro, após vencer eleições não reconhecidas por parte da comunidade internacional.

Quando o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país no dia 23 de janeiro, os EUA foram um dos primeiros países do mundo a reconhecê-lo, reunindo o apoio de outros governos da América Latina e da União Europeia.

No entanto, Maduro segue exercendo o poder de fato na Venezuela, tem o apoio crucial do comando das Forças Armadas e é ainda apoiado por uma série de países, entre eles Rússia e China.

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