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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Aeronave de observação americana efetua 2º voo sobre a Rússia

Um avião militar norte-americano efetuou mais um voo de observação sobre o território da Federação da Rússia no âmbito do Tratado de Céus Abertos, de acordo com os dados do portal de monitoramento PlaneRadar.


Sputnik

Segundo informou o portal, às 6h15, horário de Moscou (00h15 horário de Brasília), um avião Boeing OC-135B da Força Aérea dos EUA sobrevoou o território da cidade de Komsomolsk-no-Amur, na região de Khabarovsk. Destaca-se que a aeronave voava a uma altitude de 10,7 quilômetros.


Boeing OC-135B da Força Aérea dos EUA
CC BY-SA 2.0 / Airwolfhound / OC-135B

De acordo com as regras, o Boeing OC-135B não deve ter quaisquer armas a bordo. A aeronave passou por verificação dos órgãos internacionais com a participação de Moscou. Assim, é excluído o uso de qualquer equipamento não previsto pelo Tratado.

Este não é a primeiro voo de observação realizado pelo avião. Em 11 de março passado sobrevoou a mesma região, em particular, a zona da cidade russa de Chita, com a intenção de coletar mais informações sobre a brigada de mísseis que está estacionada nessa localidade.

Entre os dias 11 e 16 de março, os Estados Unidos e a Noruega participam de uma missão conjunta no quadro da implementação internacional do Tratado de Céus Abertos. A missão prevê voos de observação sobre o território da Federação da Rússia em um avião Boeing OC-135B dos EUA.

O Tratado de Céus Abertos foi assinado em 1992 pelos países da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). Segundo este tratado, os signatários podem realizar voos de reconhecimento sobre os territórios de outros países-membros e recolher informações sobre as suas tropas.

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