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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Anúncio do vencedor do Programa Tamandaré pode acontecer na LAAD

O Comando da Marinha ainda não tem certa a data em que fará o anúncio do consórcio vencedor do Programa de Corvetas Classe Tamandaré.


Por Roberto Lopes | Poder Naval

Devido às três viagens do presidente Jair Bolsonaro fará na metade final de março – a primeira com início marcado para a manhã do próximo domingo, rumo aos Estados Unidos –, os almirantes trabalham com duas alternativas: ou uma data no período de 22 a 27 deste mês, ou (o que é mais provável) a primeira semana de abril, ocasião em que o anúncio aconteceria durante a mostra internacional de armamentos LAAD 2019, no Rio de Janeiro.


Estande da Marinha na LAAD

A incerteza deriva do fato de que a palavra final sobre a associação a ser aquinhoada com o contrato para as Tamandarés – um pitéu de, aproximadamente, 2 bilhões de dólares – não é dada pela Marinha, e sim pelo presidente da República.

Bolsonaro permanece nos Estados Unidos de 17 a 20 de março.

Na quinta-feira 21 ele embarca de novo no jato presidencial para uma visita oficial ao Chile, que se estenderá até o sábado 23.

Nesse ponto há um hiato que poderá ser aproveitado pela Marinha, pois a partida para a terceira viagem, a Israel, está prevista apenas para o sábado da semana seguinte, dia 30.

Promoção 

A Marinha, entretanto, considera a possibilidade de divulgar o vencedor da concorrência durante a LAAD 2019, que acontecerá entre os dias 2 e 5 de abril (terça e sexta-feira da primeira semana do mês que vem).

O evento tem pouca visibilidade internacional, e a notícia do vencedor do Programa Tamandaré ajudaria nesse marketing.

Não está claro, porém, se, no caso de o anúncio ficar para a LAAD, a divulgação será feita por meio de nota oficial do Centro de Comunicação Social da Marinha, ou por uma manifestação pessoal do Comandante da Marinha, almirante de esquadra Ilques Barbosa Júnior.

Será, qualquer que seja a data, o fim de um longo período de ansiedade para o capitão de mar e guerra (IM) Nelson Marcio Romanelli de Almeida, que há mais de um ano chefia a equipe de analistas do Programa Tamandaré.

A sensação é, porém, de que o serviço de avaliação das propostas foi bem feito. Tanto que Romanelli já foi informado: será promovido, no fim de março, a contra-almirante.

Cronograma 

Entre os representantes dos consórcios que aguardam o resultado dessa concorrência há, contudo, certas dúvidas sobre a viabilidade do cronograma geral de obtenção dos navios Tamandaré pela Marinha.

Isso porque o primeiro escolta deve estar pronto quatro anos após a assinatura do contrato de encomenda das embarcações (que a Marinha espera poder assinar a 13 de dezembro deste ano), e o último no prazo máximo de oito anos.

Aos dirigentes dos estaleiros esse cronograma parece apertado demais.

Isso porque o primeiro navio precisará ser exaustivamente testado – em provas de mar, de porto, propulsão, etc. – e quando esses testes acabarem (dois anos depois de seu lançamento ao mar), o segundo também já deve estar quase pronto.

O argumento é de que o mais prudente seria esperar o fim das provas do primeiro navio Tamandaré, para só aí avançar com o acabamento da segunda unidade.

PROJETOS QUE CONCORREM NA FASE FINAL DA DISPUTA

  • Consórcio “Águas Azuis” – Atech Negócios em Tecnologias S.A,Embraer S.A e Thyssenkrupp Marine Systems GmbH, contando com as seguintes empresas subcontratadas: Ares Aeroespacial e Defesa S.A, Fundação Ezute, Oceana Estaleiro S.A, Omnisys Engenharia Ltda, SKM Eletro Eletrônica Ltda e WEG equipamentos elétricos S.A;
  • Consórcio “Damen Saab Tamandaré” – Damen Schelde Naval Shipbuilding B.V e Saab AB, contando com as seguintes empresas subcontratadas: Consub Defesa e Tecnologia S.A, Weg equipamentos elétricos S.A, e Wilson Sons Estaleiros Ltda;
  • Consórcio “FLV” – Ficantieri S.p.A, Leonardo S.p.A e Vard Promar S.A., contando com as seguintes empresas subcontratadas: Fundação Ezute e Ares Aeroespacial e Defesa S.A;
  • Consórcio “Villegagnon” – Naval Group, Enseada Indústria Naval S.A e Mectron S.A.

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