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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Ataque a base militar afegã termina depois de 17 horas com 25 mortos

As autoridades do Afeganistão deram nesta sexta-feira por finalizado o ataque a uma base militar na província de Helmand, no sul do país, que terminou com a morte de pelo menos cinco membros das forças de segurança e 20 talibãs, após quase 17 horas de enfrentamentos.


EFE

Cabul - "O ataque às forças militares acabou com a morte de 20 terroristas", informou à Agência Efe o porta-voz do escritório do governador de Helmand, Omar Zwak, que explicou que a ação começou de madrugada e terminou às 19h20 (horário local, 11h50 em Brasília).


Soldado afegão em foto de janeiro. EFE/ Ghulamullah Habibi
Soldado afegão em foto de janeiro. EFE/ Ghulamullah Habibi

Dos insurgentes mortos no ataque à base militar, que abriga o quartel-general de um corpo do Exército e uma importante base aérea, oito carregavam explosivos e as forças de segurança foram obrigadas a atuar com precaução para minimizar as baixas, acrescentou Zwak.

Além dos cinco militares mortos, 12 ficaram feridos.

O porta-voz indicou que "as forças de segurança ainda continuam as operações de busca, embora por enquanto não tenham encontrado a resistência de nenhum dos agressores, se é que algum deles tenha sobrevivido".

Por sua vez, o porta-voz talibã Qari Yusuf Ahmadi reivindicou a autoria da ação em uma declaração divulgada na plataforma de mensagens Viber.

Ahmadi afirmou que os agressores ainda estavam vivos e afirmou que durante a operação "até agora 70 soldados americanos e mais de cem mercenários tinham morrido e um grande número tinha sido ferido", mas é sabido que a organização insurgente costuma oferecer informações tendenciosas sobre o alcance das suas ações.

Por outro lado, o porta-voz das forças dos Estados Unidos no Afeganistão, o coronel Dave Butler, negou que tenha havido baixas entre os soldados americanos na ação dos talibãs e afirmou que "o ataque foi repelido pelas corajosas forças de segurança afegãs".

"Parem de brigar contra seus próprios compatriotas e levem a paz a sério", acrescentou Butler em mensagem no Twitter.

Estes fatos acontecem em meio à quinta rodada de reuniões em Catar entre uma delegação de talibãs e representantes dos EUA para abordar as negociações de paz no Afeganistão.

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