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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Caças russos escoltaram 2 bombardeiros estratégicos dos EUA nas últimas 24 horas (VÍDEO)

Nas últimas 24 horas, aeronaves russas Su-27 escoltaram duas vezes bombardeiros estratégicos B-52H da Força Aérea dos EUA sobre o mar Báltico, de acordo com o Centro Nacional de Gestão da Defesa da Federação da Rússia.


Sputnik

"Os caças russos Su-27 das forças de plantão da defesa antiaérea escoltaram duas vezes nas últimas 24 horas bombardeiros B-52H da Força Aérea dos EUA que estavam efetuando voos no espaço aéreo sobre as águas neutrais do mar Báltico", lê-se no comunicado. 


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik / Anton Denisov

De acordo com o centro, as aeronaves dos EUA foram detectadas pelos meios de controle do espaço aéreo russo a uma distância significativa da fronteira russa.

"Durante o voo, as tripulações dos caças Su-27 não permitiram que os bombardeiros estrangeiros se aproximassem da fronteira nacional", adicionou.

Segundo os dados do centro, desde 14 de março, as aeronaves da aviação estratégica dos EUA já efetuaram sete voos sobre o mar Báltico.

O último caso ocorreu em 20 de março, quando dois caças Su-27 levantaram voo sobre o mar Báltico para escoltar um bombardeiro dos EUA.

Em 21 de março, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que o envio de bombardeiros B-52 para a Europa leva ao crescimento das tensões nas proximidades das fronteiras russas.

"Tais ações dos EUA não levam ao fortalecimento da atmosfera de segurança e estabilidade na região adjacente às fronteiras russas", disse.


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