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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Caracas comenta declarações de líderes dos EUA e do Brasil: 'Perigoso'

A Venezuela considera perigosas as declarações sobre o futuro do país pelos presidentes dos EUA e do Brasil e está determinada a continuar trabalhando para garantir a paz na região, disse o Ministério de Relações Exteriores da Venezuela em um comunicado.


Sputnik

"O governo venezuelano expressa sua forte rejeição de declarações perigosas feitas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e pelo presidente brasileiro Jair Bolsonaro em 19 de março… O governo venezuelano continuará trabalhando em conformidade com a lei internacional para garantir a criação de uma zona de paz na América Latina e no Caribe", disse o comunicado.


Presidente Bolsonaro discursa na Câmara de Comércio em Washington, 18 de março de 2019
Jair Bolsonaro © AP Photo / Susan Walsh

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu colega brasileiro, Jair Bolsonaro, realizaram conversas e reiteraram apoio ao líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó. Quando perguntado sobre a possibilidade de uma intervenção militar na Venezuela, Trump disse que "todas as opções estão abertas".

A Venezuela está em um estado de crise política desde janeiro, quando Guaidó, chefe da Assembleia Nacional controlada pela oposição, se declarou presidente interino. Ele foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, que congelaram US$ 7 bilhões em ativos de petróleo do país e conclamou o presidente legítimo, Nicolás Maduro, a renunciar imediatamente.

Dezenas de nações já endossaram Guaidó, enquanto a Rússia, a China e muitos outros reafirmaram apoio a Maduro como o único mandatário da Venezuela.

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